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IPT adia entrega de relatório sobre Barão de Mauá


Deborah Moreira
Do Diário do Grande ABC

21/08/2010 | 07:07


O IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) prorrogou por mais duas semanas a entrega do relatório sobre as condições do solo do condomínio Barão de Mauá, em Mauá, ao Ministério Público.

O relatório é baseado no estudo realizado pela empresa Geoclock. Segundo o IPT, a análise será ampliada para dar maior abrangência ao estudo.

Há pelo menos dois meses o documento foi entregue pela Geocklock à Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), que repassou ao IPT.

A empresa foi contratada pela Cofap para fazer novo estudo do solo. A multinacional é uma das cinco rés no processo de contaminação do solo no condomínio. Em 2000, ocorreu a explosão que resultou na morte de um homem e feriu outro com gravidade.

O evento trouxe à tona o fato de que os prédios foram construídos na área onde funcionou, durante anos, o depósito de lixo industrial utilizado pela Cofap. Também são rés a Paulicoop, que comprou o terreno para a comercialização do condomínio, as construtoras Soma e SQG e a Prefeitura de Mauá, que autorizou o empreendimento.

"O relatório é relevante para acelerar o julgamento da ação coletiva. Inclusive o relator (desembargador Lineu Peinado) já mencionou no processo a existência desse material", declarou o advogado Aurélio Okada, que representa o Movimento Brasileiro Juventude, Comunidade, Justiça e Cidadania, coautor na ação civil pública movida pelo Ministério Público. Para o advogado, que também representa cerca de 250 ações individuais, o julgamento da ação só deve ocorrer no primeiro semestre de 2011.

Okada também lembrou que a Cetesb recebeu o estudo da Geoclock e ainda não o tornou público. Em sua página na internet, a agência ambiental afirma que recebeu o documento em 20 de abril e que "após análise" divulgaria seu parecer técnico. Procurada anteriormente, a Cetesb afirmou que a divulgação seria feita pelo IPT.

 



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IPT adia entrega de relatório sobre Barão de Mauá

Deborah Moreira
Do Diário do Grande ABC

21/08/2010 | 07:07


O IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) prorrogou por mais duas semanas a entrega do relatório sobre as condições do solo do condomínio Barão de Mauá, em Mauá, ao Ministério Público.

O relatório é baseado no estudo realizado pela empresa Geoclock. Segundo o IPT, a análise será ampliada para dar maior abrangência ao estudo.

Há pelo menos dois meses o documento foi entregue pela Geocklock à Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), que repassou ao IPT.

A empresa foi contratada pela Cofap para fazer novo estudo do solo. A multinacional é uma das cinco rés no processo de contaminação do solo no condomínio. Em 2000, ocorreu a explosão que resultou na morte de um homem e feriu outro com gravidade.

O evento trouxe à tona o fato de que os prédios foram construídos na área onde funcionou, durante anos, o depósito de lixo industrial utilizado pela Cofap. Também são rés a Paulicoop, que comprou o terreno para a comercialização do condomínio, as construtoras Soma e SQG e a Prefeitura de Mauá, que autorizou o empreendimento.

"O relatório é relevante para acelerar o julgamento da ação coletiva. Inclusive o relator (desembargador Lineu Peinado) já mencionou no processo a existência desse material", declarou o advogado Aurélio Okada, que representa o Movimento Brasileiro Juventude, Comunidade, Justiça e Cidadania, coautor na ação civil pública movida pelo Ministério Público. Para o advogado, que também representa cerca de 250 ações individuais, o julgamento da ação só deve ocorrer no primeiro semestre de 2011.

Okada também lembrou que a Cetesb recebeu o estudo da Geoclock e ainda não o tornou público. Em sua página na internet, a agência ambiental afirma que recebeu o documento em 20 de abril e que "após análise" divulgaria seu parecer técnico. Procurada anteriormente, a Cetesb afirmou que a divulgação seria feita pelo IPT.

 

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