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Depois de sugerir desistência, Kiko diz que tentará reeleição

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de Ribeirão chegou a comentar a aliados que estaria fora das urnas neste ano


Daniel Tossato
Do dgabc.com.br

08/02/2020 | 00:01


Na tentativa de dissipar a especulação que aponta sua ausência nas urnas, o prefeito de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSB), afirmou que pretende disputar a reeleição na eleição de outubro. “Sou, sim, pré-candidato. Candidato a gente só se torna após a convenção, que deverá ocorrer em junho”, declarou Kiko.

No fim do ano passado, Kiko chegou a comentar com aliados que não queria disputar a eleição. O próprio vice-prefeito Gabriel Roncon (PTB) teria recebido a informação e chegou a se preparar para encampar eleição como pré-candidato a prefeito.

Dois fatores justificariam a retirada de Kiko das urnas: situação jurídica delicada e avaliação de governo aquém da esperada.

O socialista – que está prestes a retornar ao PSDB – é réu em duas ações civis movidas pelo Ministério Público, ambas quando ainda exercia cargo de prefeito em Rio Grande da Serra, com mandato de 2005 a 2012.

Uma delas envolve a contratação de Anderson Meira Lopes, filho do então secretário de Administração, Luiz Castilho Lopes, para cargo comissionado de assessor de processamento de dados. Kiko foi condenado em primeira instância, sentença reafirmada em segunda instância – ele teve as penas à suspensão dos direitos políticos por cinco anos e à perda de função pública mantidas. O processo está em fase de embargos e recursos especiais após a decisão da 9ª Câmara de Direito Público, de 26 de setembro de 2018.

Em uma outra ação, que ainda corre em primeira instância, o prefeito de Ribeirão foi acusado pelo MP de patrocinar contratação irregular do Cemed (Centro de Emergências Médicas) pela Prefeitura de Rio Grande. O processo se encontra em período de oitivas, sem análise na primeira instância ainda.

Pela Lei da Ficha Limpa, um político fica impedido de concorrer a cargo público se for condenado por órgão colegiado. Portanto, a manutenção da condenação, pelo TJ-SP, na contratação de um aliado pode enquadrar Kiko.



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