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Até que enfim

Campeonato Paulista, Andrés Sanchez


Especial para o Diário

17/04/2012 | 00:00


Terminou a chatíssima primeira fase do Paulistão. Pouquíssimas novidades e tempo perdido com futebol sem qualidade, além do baixíssimo público nos estádios.

Estamos falando principalmente das centenas de jogos entre clubes do Interior, vários deles com menos de 1.000 pessoas assistindo e comprovando que esse modelo atual precisa ser reformulado.

A única novidade foi o rebaixamento da Portuguesa. Nada mais!

O Corinthians ou São Paulo em primeiro ou segundo, o Santos em primeiro, segundo ou terceiro, o Palmeiras jogando as quartas fora de casa, tudo isso não é anormal.

O campeonato vai começar verdadeiramente agora. E os favoritos são, pela ordem, Santos, Corinthians e São Paulo. Se o Palmeiras vencer será grande zebra.

 

BOA IMPRESSÃO

Gostei da entrevista de Andrés Sanchez, na semana passada, no Cartão Verde, da TV Cultura. Os apresentadores Wladir Lemos, Vitor Birner e Celso Ulzete, os dois últimos meus ex-alunos na Fiam, não deram espaço para o cartola. Com seu jeitão espontâneo e estilo caipira, Andrés saiu-se bem em todas as colocações e pareceu estar sendo sincero.

Não é possível entender como ele se arrependeu de ser presidente do Corinthians. E ainda garantiu desdenhar a estátua que querem erguer para ele no Parque São Jorge. 

Gostem ou não de Andrés, é indiscutível que seu legado é excepcional. O Corinthians era um antes dele e ganhou um up-grade com sua administração. E, além disso, começou a construção do tão sonhado estádio próprio.

 

MICHEL/ MARIN

Todos vão ganhar com o recente encontro de Michel Temer e José Maria Marin. O País vai ganhar. Não poderia ser melhor o interlocutor escolhido pelo governo federal junto à CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Michel, além de vice-presidente da República, é habilidoso, sensível e sabe que a Copa do Mundo de 2014 será o maior evento realizado no Brasil nos últimos 60 anos.

 Sem o governo não se faz Copa. E, além do péssimo relacionamento que existia entre Dilma e Ricardo Teixeira, essa decisão ficou muito mais fácil devido também à velha amizade entre os dois políticos.

 O presidente da CBF está conseguindo efetivar costuras políticas significativas. O depoimento de Romário, grande desafeto de Ricardo Teixeira, reforçou o prestígio de Marin.  



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