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Ramalhão e Rodriguinho têm ano de redenção


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

10/04/2010 | 07:00


A temporada 2010 pode ser considerada como a da redenção para dois personagens que se completam neste Campeonato Paulista. O Santo André, que iniciou o ano como recém-rebaixado à Série B do Brasileiro, aos poucos foi se consolidando entre os primeiros colocados, colecionou séries de invencibilidade e chegou às semifinais.

Já o atacante Rodriguinho, que chegou a ser dado como dispensável durante o Nacional de 2009, começou o Estadual entre os reservas, conquistou espaço e hoje é vice-artilheiro da competição, com 13 gols - atrás apenas de Ricardo Bueno, do Oeste, com 15.

"Tanto eu quanto o time vivemos bom momento. O Santo André apostou em construir um grupo mais forte, com base na juventude. E deu certo, aproveitando também jogadores que já estavam no ano passado e que foram bem. Enquanto isso, vivo meu melhor momento da carreira", destacou Rodriguinho.

"Muita gente não acreditava em nós, porque via um Santo André desconhecido, sem nomes de peso e que vinha de rebaixamento. Mas nós sabíamos do potencial do grupo. Na base da união, o elenco se encaixou, o professor (Sérgio Soares) acreditou e somos a sensação do campeonato", emendou o goleador.

No ano passado, durante a passagem de Alexandre Gallo como treinador, o atacante foi afastado e esteve a uma assinatura de deixar o clube. "Estava tudo certo, mas algo mudou e o presidente (da Gestão Empresarial, Ronan Maria Pinto) pediu para que eu voltasse", relembra o jogador, que aproveitou as lesões de Anderson Gomes (na pré-temporada) e Renato Dias (no início do torneio) para mostrar serviço.

Mas o sucesso de Rodriguinho não está apenas nos pés ou no carisma, como também se localiza no Litoral, mas propriamente em Santos, onde reside a família, os sempre presentes pais e o irmão-coruja Sandro Batista da Cruz, 37 anos. "Estamos sempre ao seu lado, com apoio, força e indo aos jogos. Jogar futebol foi um sonho meu que ele conseguiu realizar. Quando pensou em abandonar a carreira (2008), falei para não se precipitar, tentar um pouco mais e deu certo", disse Sandro.



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