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Regina: tratamento especial para pacientes terminais

Candidata do PTB à Prefeitura de S.Caetano pretende investir em cuidado paliativo


Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

06/09/2012 | 06:43


A pleiteante ao Palácio da Cerâmica Regina Maura Zetone (PTB) quer construir enfermaria especializada em pacientes terminais no Hospital São Caetano - que era privado e foi reaberto pela Prefeitura. Segundo a petebista, o doente precisa de cuidado paliativo especializado para receber conforto respiratório, nutricional e emocional.

"Hoje, esse tipo de cuidado é especialidade médica. É até difícil de encontrar esse tipo de especialista", afirmou, explicando que, quando não há medicamentos ou tratamento que possam curar a doença, o oncologista não é mais responsável pelo paciente. A função é do médico paliativista. "A pessoa deverá tomar só medicamentos sintomáticos, para minimizar o sofrimento."

De acordo com Regina, atualmente o cidadão em estado terminal fica em enfermaria comum, com suporte necessário, mas não especializado. Visando melhorar as condições do paciente, a governista pretende trazer um médico responsável, quatro enfermeiros, entre oito e 12 técnicos de enfermagem, psicólogo, assistente social, fonoaudiólogo e fisiologista.

"Mesmo o doente não tendo mais cura, precisa de todo o suporte e da criação de um ambiente saudável. Até porque, nesse momento é importante estar junto da família." Para ajudar no quesito familiar, a candidata vai fornecer um quarto para cada indivíduo e seu acompanhante, com um banheiro e um leito para cada.

A proposta foi anunciada ontem durante caminhada pela Alameda Conde de Porto Alegre, no bairro Santa Maria. A prefeiturável contou seu plano ao encontrar a voluntária Lair Jung Dias, que participa há 30 anos da Rede Feminina de Combate ao Câncer - empresa do terceiro setor que dá suporte às pessoas com câncer. Para a colaboradora, a proposta é importante porque dá dignidade ao paciente terminal.

Regina aproveitou a oportunidade para lembrar que, há cerca de três anos, trouxe tratamento oncológico para São Caetano, em parceria com o Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho. "Foi uma conquista do município e um alívio para as voluntárias (da Rede Feminina de Combate ao Câncer)", afirmou, lembrando que, atualmente, existem cerca de 800 pessoas em tratamento oncológico na cidade.

Apesar do avanço, Regina disse que o município não possui equipamento para radioterapia e não vale a pena comprar. "Existe proporcionalidade de habitantes, é um aparelho para 1,8 milhão de pessoas. E na região já temos dois, um em Santo André e outro em São Bernardo", explicou, dizendo que o SUS (Sistema Único de Saúde) não credenciaria a máquina.

A prefeiturável realizou a atividade acompanhada do vice Luiz Antônio Cicaroni (PP), da primeira-dama, Denise Auricchio, e da mulher de Silvio Minciotti - reitor da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) e presidente do PSDB local -, Leila Minciotti.



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Regina: tratamento especial para pacientes terminais

Candidata do PTB à Prefeitura de S.Caetano pretende investir em cuidado paliativo

Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

06/09/2012 | 06:43


A pleiteante ao Palácio da Cerâmica Regina Maura Zetone (PTB) quer construir enfermaria especializada em pacientes terminais no Hospital São Caetano - que era privado e foi reaberto pela Prefeitura. Segundo a petebista, o doente precisa de cuidado paliativo especializado para receber conforto respiratório, nutricional e emocional.

"Hoje, esse tipo de cuidado é especialidade médica. É até difícil de encontrar esse tipo de especialista", afirmou, explicando que, quando não há medicamentos ou tratamento que possam curar a doença, o oncologista não é mais responsável pelo paciente. A função é do médico paliativista. "A pessoa deverá tomar só medicamentos sintomáticos, para minimizar o sofrimento."

De acordo com Regina, atualmente o cidadão em estado terminal fica em enfermaria comum, com suporte necessário, mas não especializado. Visando melhorar as condições do paciente, a governista pretende trazer um médico responsável, quatro enfermeiros, entre oito e 12 técnicos de enfermagem, psicólogo, assistente social, fonoaudiólogo e fisiologista.

"Mesmo o doente não tendo mais cura, precisa de todo o suporte e da criação de um ambiente saudável. Até porque, nesse momento é importante estar junto da família." Para ajudar no quesito familiar, a candidata vai fornecer um quarto para cada indivíduo e seu acompanhante, com um banheiro e um leito para cada.

A proposta foi anunciada ontem durante caminhada pela Alameda Conde de Porto Alegre, no bairro Santa Maria. A prefeiturável contou seu plano ao encontrar a voluntária Lair Jung Dias, que participa há 30 anos da Rede Feminina de Combate ao Câncer - empresa do terceiro setor que dá suporte às pessoas com câncer. Para a colaboradora, a proposta é importante porque dá dignidade ao paciente terminal.

Regina aproveitou a oportunidade para lembrar que, há cerca de três anos, trouxe tratamento oncológico para São Caetano, em parceria com o Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho. "Foi uma conquista do município e um alívio para as voluntárias (da Rede Feminina de Combate ao Câncer)", afirmou, lembrando que, atualmente, existem cerca de 800 pessoas em tratamento oncológico na cidade.

Apesar do avanço, Regina disse que o município não possui equipamento para radioterapia e não vale a pena comprar. "Existe proporcionalidade de habitantes, é um aparelho para 1,8 milhão de pessoas. E na região já temos dois, um em Santo André e outro em São Bernardo", explicou, dizendo que o SUS (Sistema Único de Saúde) não credenciaria a máquina.

A prefeiturável realizou a atividade acompanhada do vice Luiz Antônio Cicaroni (PP), da primeira-dama, Denise Auricchio, e da mulher de Silvio Minciotti - reitor da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) e presidente do PSDB local -, Leila Minciotti.

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