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Bancos tiveram receita líquida de R$ 12 bilhões no 1º semestre



15/08/2006 | 08:07


O lucro consolidado dos bancos atingiu R$ 11,91 bilhões no primeiro semestre deste ano, resultado 27,2% superior ao de igual período do seis primeiros meses de 2005. O balanço é explicado especialmente pela combinação entre expansão das receitas de crédito e de prestação de serviços, que, juntas, somaram R$ 28,13 bilhões, conforme levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating com 13 instituições financeiras de médio e grande porte. Na receita de prestação de serviço, que inclui as tarifas bancárias, o avanço atingiu 17,3%.

Segundo o presidente da Austin Rating, Erivelto Rodrigues, hoje o faturamento decorrente dos serviços representa 130% da folha de pagamento das instituições. Em 1994, os ganhos com tarifas e taxas respondiam por 3,5% das receitas totais. Hoje, diz Rodrigues, essa participação está em 20%.

Empréstimos – Além dos ganhos com serviços, outro fator que turbinou o lucro dos bancos foi a retomada dos empréstimos e financiamentos. A carteira de crédito cresceu 23,2% e atingiu R$ 356,39 bilhões. Com isso, as receitas de crédito avançaram 28,4%, especialmente pela aposta dos bancos no segmento pessoa física e pequenas e médias empresas, cujo retorno é maior. Em contrapartida, os índices de inadimplência subiram, refletindo o aumento do crédito. Mas isso ainda não preocupa, diz Rodrigues.


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Bancos tiveram receita líquida de R$ 12 bilhões no 1º semestre


15/08/2006 | 08:07


O lucro consolidado dos bancos atingiu R$ 11,91 bilhões no primeiro semestre deste ano, resultado 27,2% superior ao de igual período do seis primeiros meses de 2005. O balanço é explicado especialmente pela combinação entre expansão das receitas de crédito e de prestação de serviços, que, juntas, somaram R$ 28,13 bilhões, conforme levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating com 13 instituições financeiras de médio e grande porte. Na receita de prestação de serviço, que inclui as tarifas bancárias, o avanço atingiu 17,3%.

Segundo o presidente da Austin Rating, Erivelto Rodrigues, hoje o faturamento decorrente dos serviços representa 130% da folha de pagamento das instituições. Em 1994, os ganhos com tarifas e taxas respondiam por 3,5% das receitas totais. Hoje, diz Rodrigues, essa participação está em 20%.

Empréstimos – Além dos ganhos com serviços, outro fator que turbinou o lucro dos bancos foi a retomada dos empréstimos e financiamentos. A carteira de crédito cresceu 23,2% e atingiu R$ 356,39 bilhões. Com isso, as receitas de crédito avançaram 28,4%, especialmente pela aposta dos bancos no segmento pessoa física e pequenas e médias empresas, cujo retorno é maior. Em contrapartida, os índices de inadimplência subiram, refletindo o aumento do crédito. Mas isso ainda não preocupa, diz Rodrigues.

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