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Sarkozy comanda pela primeira vez Festa Nacional de 14 de Julho


Da AFP

14/07/2007 | 09:25


O presidente francês, Nicolas Sarkozy, comandou neste sábado pela primeira vez a Festa Nacional de 14 de Julho, marcada pela presença de militares dos 27 países-membros da União Européia no tradicional desfile pelas Champs Elysées de Paris.

Escoltado pela Guarda Republicana, Sarkozy cumprimentou sorridente a multidão de um veículo militar descoberto, na famosa avenida da capital francesa. Rompendo protocolo, o presidente francês desceu do carro para apertar a mão do público. "Está sol, os sócios europeus estão aqui. Tem muita gente!", falou o presidente conservador à imprensa.

Depois de acompanhar as manobras dos aviões Alphajet e seus rastros de fumaça com as cores da bandeira francesa, Sarkozy encabeçou o tradicional desfile, que este ano trouxe como novidade a participação de 900 militares dos 27 Estados-membros da UE.

O presidente francês antecipou esta iniciativa assim que foi eleito, dizendo que a presença de soldados europeus na festa seria "um símbolo bonito" da união da Europa.

Vários dirigentes europeus foram convidados para o 14 de Julho, como o primeiro-ministro português e presidente de turno dos 27, José Sócrates, o presidente da Comissão européia, José Manuel Durão Barroso, e o chefe da diplomacia européia, Javier Solana.

No momento da Festa Nacional, que rememora a Queda da Bastilha em 14 de julho de 1789, as pesquisas mostram que a maioria dos franceses (64%) aprova a gestão de Nicolas Sarkozy na presidência.

Outra particularidade deste 14 de Julho foi a decisão de anular o indulto coletivo outorgado tradicionalmente pelo presidente da República, que ano passado garantiu a libertação de cerca de 3,5 mil presos.

Em anos anteriores, o indulto coletivo foi apresentado como uma maneira de descongestionar as prisões francesas, cujo número de presos supera a capacidade em mais de 10 mil, segundo a Administração penitenciária.

Sarkozy decidiu romper assim com a clássica entrevista televisionada, mas deve falar informalmente à Nação. Finalmente, Sarkozy decidiu inovar nos atos previstos para a noite, com a organização de uma "grande festa popular", aos pés da Torre Eiffel, que incluirá vários shows antes dos tradicionais fogos de artifício.

Devido à ameaça terrorista na Europa, cerca de cinco mil policiais e gendarmes foram mobilizados para as cerimônias de 14 de julho e receberam recomendações de aplicar uma "extrema vigilância".



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Sarkozy comanda pela primeira vez Festa Nacional de 14 de Julho

Da AFP

14/07/2007 | 09:25


O presidente francês, Nicolas Sarkozy, comandou neste sábado pela primeira vez a Festa Nacional de 14 de Julho, marcada pela presença de militares dos 27 países-membros da União Européia no tradicional desfile pelas Champs Elysées de Paris.

Escoltado pela Guarda Republicana, Sarkozy cumprimentou sorridente a multidão de um veículo militar descoberto, na famosa avenida da capital francesa. Rompendo protocolo, o presidente francês desceu do carro para apertar a mão do público. "Está sol, os sócios europeus estão aqui. Tem muita gente!", falou o presidente conservador à imprensa.

Depois de acompanhar as manobras dos aviões Alphajet e seus rastros de fumaça com as cores da bandeira francesa, Sarkozy encabeçou o tradicional desfile, que este ano trouxe como novidade a participação de 900 militares dos 27 Estados-membros da UE.

O presidente francês antecipou esta iniciativa assim que foi eleito, dizendo que a presença de soldados europeus na festa seria "um símbolo bonito" da união da Europa.

Vários dirigentes europeus foram convidados para o 14 de Julho, como o primeiro-ministro português e presidente de turno dos 27, José Sócrates, o presidente da Comissão européia, José Manuel Durão Barroso, e o chefe da diplomacia européia, Javier Solana.

No momento da Festa Nacional, que rememora a Queda da Bastilha em 14 de julho de 1789, as pesquisas mostram que a maioria dos franceses (64%) aprova a gestão de Nicolas Sarkozy na presidência.

Outra particularidade deste 14 de Julho foi a decisão de anular o indulto coletivo outorgado tradicionalmente pelo presidente da República, que ano passado garantiu a libertação de cerca de 3,5 mil presos.

Em anos anteriores, o indulto coletivo foi apresentado como uma maneira de descongestionar as prisões francesas, cujo número de presos supera a capacidade em mais de 10 mil, segundo a Administração penitenciária.

Sarkozy decidiu romper assim com a clássica entrevista televisionada, mas deve falar informalmente à Nação. Finalmente, Sarkozy decidiu inovar nos atos previstos para a noite, com a organização de uma "grande festa popular", aos pés da Torre Eiffel, que incluirá vários shows antes dos tradicionais fogos de artifício.

Devido à ameaça terrorista na Europa, cerca de cinco mil policiais e gendarmes foram mobilizados para as cerimônias de 14 de julho e receberam recomendações de aplicar uma "extrema vigilância".

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