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Preço da cesta básica cai em 16 cidades do País, aponta Dieese


Verônica Lima
Do Diário do Grande ABC

08/05/2007 | 07:06


O comportamento da cesta básica no primeiro mês de vigência do novo salário mínimo, de R$ 380, foi de queda de 5,74% na média das 16 capitais analisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Apenas quatro capitais mantiveram o comportamento altista verificado no mês anterior. Em São Paulo a queda foi de 2,11% em comparação com o mês de março.

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica feita pelo Dieese, a redução do tomate (-14,93%), em 14 capitais, foi o principal fator para que o valor recuasse em 12 localidades. As maiores quedas ocorreram em Belo Horizonte (- 39,01%), Rio de Janeiro (-32,40%), e João Pessoa (-30,42%).

Além disso, o recuo do óleo de soja (-3,85%), manteiga (-3,06%), açúcar (-2,82%), carne (-1,97%) e pão (-1,39%) também contribuíram para a redução do custo da cesta básica.

“O comportamento dos preços do óleo de soja foi verificado em 10 cidades. Belo Horizonte (-14,41%) apresentou a maior queda das cidades analisadas. Já Curitiba e São Paulo tiveram, respectivamente, redução de 4,24% e 3,85%”, explica o economista do Dieese José Maurício Soares.

Contraste - Em 12 meses – entre maio de 2006 e abril último – duas localidades registraram variação negativa no custo da cesta básica: João Pessoa (-0,21%) e Curitiba (-0,12%) . Algumas cidades apresentaram alta expressiva, no acumulado do ano, como foi o caso de Fortaleza (19%), Porto Alegre (15,84%), e Belém (10,57%), superiores ao reajuste de 8,57% no salário mínimo.

Salário mínimo - Com base no custo apurado para a cesta básica, em Porto Alegre, e seguindo a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria ser suficiente para cobrir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima que o salário mínimo necessário deveria ser, em março, a R$ 1.672,56, ou 4,4 vezes o mínimo em vigor desde o dia 1º de abril.

Em março, quando o salário mínimo era de R$ 350, o valor necessário de R$ 1.620,89 correspondia a 4,63 vezes o mínimo em vigor.



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