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Taça Guanabara tem surpresas e má campanha de três grandes


Divanei Guazzelli
Do Diário do Grande ABC

03/02/2006 | 08:18


A maioria das principais forças do futebol carioca repete, no início de 2006, a instabilidade da temporada passada, quando pelo menos três grandes – Botafogo, Flamengo e Vasco – chegaram a conviver com a ameaça de rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Desta vez, na decisão da Taça Guanabara, equivalente ao primeiro turno do campeonato estadual, somente o Botafogo está na semifinal. Os outros três times que lutam pelo título são América, Americano e Cabofriense. A primeira semifinal será domingo, entre América e Cabofriense, e a segunda, na segunda-feira, entre Botafogo e Americano. Os vencedores decidem o título no dia 12.

Dos quatro, a expectativa maior fica por conta do que o América poderá fazer. Um dos times mais tradicionais e simpáticos do futebol brasileiro, tema do hino que é considerado o mais belo composto por Lamartine Babo, o Ameriquinha ou Mequinha não conquista um título há mais de duas décadas. Tem apenas uma Taça Guanabara, a de 1974, e em 1982 esteve perto de uma espécie de tríplice coroa, mesmo sem títulos muitos expressivos: ganhou a Taça Rio, o segundo turno do estadual, e o Torneio dos Campeões, competição promovida pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para manter os clubes em atividade durante o período de disputa da Copa do Mundo, na Espanha.

Agora, 24 anos depois, sob o comando do ex-lateral Jorginho, tetracampeão mundial em 1994, nos EUA, e com jogadores como o meia Robert, ex-São Caetano, Guarani e Santos, entre outros clubes, o América espera repetir 1974. Na época, a equipe estava entre as melhores do país e venceu o Fluminense na decisão por 1 a 0. Rogério; Orlando, Alex, Geraldo e Álvaro; Ivo (o hoje técnico Ivo Wortmann), Bráulio e Edu (Edu Coimbra, irmão de Zico); Flecha, Luizinho Lemos e Gilson Nunes formavam a base campeã. Luizinho Lemos, irmão de César, ex-atacante do Palmeiras, foi o símbolo das últimas conquistas americanas. Esteve nas três, de 1974 a 1982.

Agora, a ansiedade pelo título é inevitável, apesar do Botafogo (campeão da Taça Guanabara em 1997), do Americano (campeão da Taça Guanabara e da Taça Rio em 2002) e da surpresa favorável que é o Cabofriense. Quanto aos demais grandes, é prudente o cuidado para evitar amarguras na seqüência carioca e durante o Brasileiro.


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