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Timão desafia o Furacão no Pacaembu


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

04/11/2007 | 07:34


O Corinthians volta ao Pacaembu, às 17h de domingo, para testar os nervos da Fiel contra o Atlético-PR e, de novo, tentar superar uma das etapas decisivas do calvário alvinegro na luta para fugir do rebaixamento. No clube existe a preocupação de não cutucar o adversário, mas quase todos admitem que, em tese, é muito mais realista ganhar dos paranaenses do que aguardar uma possível salvação no Olímpico, em Porto Alegre, diante do Grêmio. É que os gaúchos ainda estão na briga para buscar uma das vagas na Copa Libertadores da América.

O centroavante Finazzi, que conseguiu, enfim, quebrar alguma resistência e conquistar a confiança da torcida, reconhece que o atual desafio é, teoricamente, menos complicado. Portanto, o atacante acha que o Corinthians precisa tomar as iniciativas do confronto. “Temos um pensamento bem definido. Queremos escapar o quanto antes do Olímpico. Lá em Porto Alegre é sempre mais difícil, não resta nenhuma dúvida ”, assume Finazzi, um dos maiores expedientes do atual esquema ofensivo e a esperança de gols do técnico Nelsinho Baptista.

Segundo ele, o Corinthians não pode baixar a cabeça na reta decisiva do Campeonato Brasileiro. “É claro que temos chances de sair do sufoco e vamos acreditar até o fim”, recomenda.

Nelsinho Baptista é outro que, apesar das circunstâncias desfavoráveis na tabela, não permite nenhum sentimento de pessimismo no grupo. “Como já falei, ainda estamos vivos. Não temos como negar uma situação bastante complicada. Se cada um der um pouco mais de si, acreditamos que será possível facilitar a nossa tarefa”, supõe o treinador, que tenta passar otimismo ao elenco.

Nelsinho Logo tratou de esfriar a polêmica de que o goleiro Felipe teria provocado atritos no ambiente. Afinal, o camisa um responsabilizou alguns companheiros da zaga pela suposta falha no segundo gol do Flamengo (marcado pelo meia Roger). “A hora é de somar. É normal que ocorram cobranças. Vamos pensar nos adversários. É o que interessa”, respondeu o técnico, preocupado em não reaquecer as divergências. (Com Agências)


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