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Coaracy depõe e mostra irritação com jornalistas


Das Agências

30/11/2007 | 07:12


O presidente da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), Coaracy Nunes, demonstrou irritação após deixar a Delegacia de Crimes Contra a Saúde Pública do Rio. O dirigente foi o terceiro a prestar depoimento sobre o caso de adulteração das amostras da nadadora Rebeca Gusmão durante o Pan no Rio.

Ele não quis responder algumas perguntas feitas pela imprensa, mas assegurou a inocência da CBDA no caso. “Eu estou absolutamente tranqüilo. A confederação agiu de acordo com a lei da Federação Internacional de Natação sempre. Guardamos sigilo nos assuntos que merecem sigilo e divulgamos outros. Tudo isso que vocês estão vendo aí foi divulgado pela CBDA, para amanhã não falarem que estamos omitindo alguma coisa”, disse.

No entanto, o dirigente não quis falar sobre seu relacionamento atual com Rebeca, nem comentou as declarações de Renata Castro, ex-diretora médica da CBDA – ela disse que foi demitida, enquanto a entidade informou que ela teria pedido afastamento.

Depoimento - O delegado Marcos Cipriano queria saber do dirigente por que a entidade não divulgou os resultados do exames antidoping feitos por Rebeca durante o Pan. Além de questionar o motivo de a nadadora ter disputado várias competições, embora tivesse contra ela um resultado positivo para testosterona ainda em 2006 – o caso que será julgado dia 13 de dezembro pelo CAS (Corte Arbitral do Esporte), na Suíça.

Coaracy disse que não existe nenhuma punição contra Rebeca em relação a esse exame de 2006, cujo caso corre em sigilo. “Como a CBDA ia afastar a atleta sem que a sentença tenha sido proferida?”, questionou. O dirigente garantiu que a natação não será manchada pelo escândalo. “Nada vai empalidecer a glória e as conquistas dos esportes aquáticos. Não se pode tirar os méritos dos atletas”, disse.

A médica Renata Castro, que foi diretora de antidoping na CBDA e gerente da área no Pan, e o técnico da nadadora, Hugo Lobo, serão ouvidos na semana que vem. Rebeca será a última a prestar depoimento.


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Coaracy depõe e mostra irritação com jornalistas

Das Agências

30/11/2007 | 07:12


O presidente da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), Coaracy Nunes, demonstrou irritação após deixar a Delegacia de Crimes Contra a Saúde Pública do Rio. O dirigente foi o terceiro a prestar depoimento sobre o caso de adulteração das amostras da nadadora Rebeca Gusmão durante o Pan no Rio.

Ele não quis responder algumas perguntas feitas pela imprensa, mas assegurou a inocência da CBDA no caso. “Eu estou absolutamente tranqüilo. A confederação agiu de acordo com a lei da Federação Internacional de Natação sempre. Guardamos sigilo nos assuntos que merecem sigilo e divulgamos outros. Tudo isso que vocês estão vendo aí foi divulgado pela CBDA, para amanhã não falarem que estamos omitindo alguma coisa”, disse.

No entanto, o dirigente não quis falar sobre seu relacionamento atual com Rebeca, nem comentou as declarações de Renata Castro, ex-diretora médica da CBDA – ela disse que foi demitida, enquanto a entidade informou que ela teria pedido afastamento.

Depoimento - O delegado Marcos Cipriano queria saber do dirigente por que a entidade não divulgou os resultados do exames antidoping feitos por Rebeca durante o Pan. Além de questionar o motivo de a nadadora ter disputado várias competições, embora tivesse contra ela um resultado positivo para testosterona ainda em 2006 – o caso que será julgado dia 13 de dezembro pelo CAS (Corte Arbitral do Esporte), na Suíça.

Coaracy disse que não existe nenhuma punição contra Rebeca em relação a esse exame de 2006, cujo caso corre em sigilo. “Como a CBDA ia afastar a atleta sem que a sentença tenha sido proferida?”, questionou. O dirigente garantiu que a natação não será manchada pelo escândalo. “Nada vai empalidecer a glória e as conquistas dos esportes aquáticos. Não se pode tirar os méritos dos atletas”, disse.

A médica Renata Castro, que foi diretora de antidoping na CBDA e gerente da área no Pan, e o técnico da nadadora, Hugo Lobo, serão ouvidos na semana que vem. Rebeca será a última a prestar depoimento.

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