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Morando vê reconciliação de Alckmin e Doria

Prefeito de S.Bernardo acredita na volta da parceria, estremecida por conta da corrida presidencial


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

12/09/2017 | 07:00


Prefeito de São Bernardo e cotado para integrar a executiva nacional do PSDB, Orlando Morando acredita na reconciliação política entre o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito da Capital, João Doria (PSDB). Padrinho e afilhado políticos entraram em rota de colisão depois que Doria deu entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo admitindo deixar o tucanato para concorrer à Presidência da República no ano que vem, cargo justamente desejado por Alckmin para 2018.

“Acredito que vamos manter a unidade do partido. Não vejo ruptura neste processo. O que me preocupa são as torcidas de ambos os lados. As torcidas não podem estar mais exaltadas do que os que entram em campo”, disse Morando, que nutre proximidade com os dois. “Ambos têm bom histórico juntos. Vou trabalhar por essa unidade.”

Na visão do prefeito são-bernardense, a “lógica natural” sugere uma candidatura presidencial de Alckmin no ano que vem. “Mas tratar o Doria pelo processo de exclusão será um grande erro. O pior cenário será desintegrar essa parceria. E não vejo a possibilidade de prévias, uma vez que eles (Alckmin e Doria) mesmo já descartaram essa chance.”

Alckmin hoje conta com maior apoio partidário, porém, Doria registra bons números nas pesquisas de intenções de voto a pouco mais de um ano da eleição. Por isso, o prefeito paulistano é cortejado por PMDB e DEM, que oficialmente já abriram as portas para Doria.

Outro movimento oficial foi de aliados do governador, que passaram a disparar contra Doria. Um dos mais fiéis parceiros políticos de Alckmin, o presidente paulista do PTB, deputado estadual Campos Machado, já tachou Doria de traidor em entrevista ao Diário.

“O que me deixa entristecido é saber que a lealdade, que é a cicatriz da alma de um homem, não está sendo seguida pelo prefeito João Doria. Ele pode ir para qualquer partido. Mas nunca vai tirar de cima dele a pecha de traidor. Não há marca pior na história de um homem do que ser traidor”, declarou Campos, na semana passada. 



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