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Seleção joga mal, mas vence no sufoco

Brasileiros contam com pênalti no fim para superar argentinos; torcida vaia e pede Felipão


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/09/2012 | 00:35


Mudam os jogadores, mas a Seleção Brasileira apresenta os mesmos problemas de sempre. Formada apenas por atletas que atuam no País, o time não teve criatividade suficiente para superar a forte marcação imposta pela Argentina, mas contou com pênalti nos instantes finais para vencer por 2 a 1 o primeiro dos dois jogos do Superclássico das Américas. O duelo foi disputado na noite desta quarta-feira, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.

A partida de volta está marcada para o dia 3, em Resistencia, na Argentina. O Brasil joga por empate para ficar com o título, enquanto a Argentina terá de vencer por dois gols de diferença. Vitória dos hermanos pela vantagem mínima leva decisão para os pênaltis.

Não funcionou a opção do técnico Mano Menezes em escalar jogadores que atuam juntos para facilitar o entrosamento. Ansiosos, os brasileiros erravam muitos passes no meio de campo, facilitando a marcação da Argentina, que tinha proposta clara de jogar no erro do Brasil e contra-atacar.

As chances de gol eram raras, mas na única vez em que organizaram jogada de ataque os visitantes abriram o placar. Aos 19, Guiñazu cruzou para o corintiano Martínez, que tirou a marcação antes de bater forte e balançar a rede.

Antes que a torcida esboçasse vaiar o time, o Brasil conseguiu o empate. Aos 25, Neymar cobrou falta e Paulinho, livre, desviou no canto direito de Ustari, que só olhou.

A igualdade devolveu ao jogo o mesmo panorama do início. Lucas pela direita e Neymar pela esquerda tentavam levar a bola ao ataque, mas, isolados, eram facilmente neutralizados. Paulinho e Ralf também não tinham liberdade no meio, enquanto Luís Fabiano ficava preso entre os zagueiros argentinos.

No segundo tempo, o Brasil tentou ser mais ofensivo, tocava a bola no ataque, mas não conseguia se infiltrar na bem armada defesa da Argentina. Satisfeitos, os visitantes abdicaram do ataque. Assim, os goleiros eram meros espectadores e o jogo dava sono.

Mano Menezes tentou de tudo, trocou peças, alterou jogadores de posição, mas nada mudava. O Brasil seguia com mais posse de bola, mas não criava chances para virar.

A paciência do torcedor com a Seleção se esgotou após os 30 minutos. Percebendo que o time não rendia o esperado, a torcida começou a vaiar e, principalmente, pedir a volta do técnico Luiz Felipe Scolari na vaga de Mano Menezes.

Em campo, o time seguia apático. Tudo indicava que o empate seguiria no placar, mas, aos 47, Desábato colocou a mão na bola na área: pênalti. Neymar bateu e definiu a vitória do Brasil



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