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Brasil e EUA não assinarão acordos na cúpula do clima



16/04/2021 | 08:35


Brasil e EUA não devem assinar nenhum um acordo bilateral formal durante a cúpula do clima, convocada para pelo presidente americano, Joe Biden, que começa na semana que vem. Segundo diplomatas envolvidos nas negociações, um eventual acordo pode ser realizado no futuro, mas, no momento, os dois países realizam apenas "conversas exploratórias" para chegar a convergências possíveis.

No governo brasileiro, a informação é que não havia expectativa de um anúncio conjunto entre os dois países e não haverá acordo bilateral com outros líderes mundiais. Biden convidou 40 líderes para a reunião, que tem como principal objetivo mostrar que os EUA estão de volta ao debate climático e querem liderar a discussão. Com Donald Trump, que questionava o consenso científico sobre aquecimento global, os americanos se retiraram do Acordo de Paris.

A Casa Branca também quer preparar terreno para a COP-26, a cúpula climática da ONU, que ocorrerá em novembro em Glasgow. Na semana que vem, Biden deve abrir a reunião e anunciar novas metas ambientais dos EUA, para então ouvir os outros líderes sobre o que cada um deles pretende fazer para avançar de maneira mais ambiciosa na redução das emissões de gases de efeito estufa. Cada um deve falar por três minutos. As bases da fala de Jair Bolsonaro tendem a ser as mesmas da carta enviada a Joe Biden esta semana.

Desde fevereiro, a equipe do enviado especial para clima do governo americano, John Kerry, tem reuniões virtuais semanais com o time do Ministério do Meio Ambiente brasileiro. Kerry e Ricardo Salles também já conversaram. O fluxo de diálogo entre os dois países tem sido satisfatório, segundo os envolvidos nas negociações, ainda que os americanos esperam compromissos mais ambiciosos por parte do Brasil.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Brasil e EUA não assinarão acordos na cúpula do clima


16/04/2021 | 08:35


Brasil e EUA não devem assinar nenhum um acordo bilateral formal durante a cúpula do clima, convocada para pelo presidente americano, Joe Biden, que começa na semana que vem. Segundo diplomatas envolvidos nas negociações, um eventual acordo pode ser realizado no futuro, mas, no momento, os dois países realizam apenas "conversas exploratórias" para chegar a convergências possíveis.

No governo brasileiro, a informação é que não havia expectativa de um anúncio conjunto entre os dois países e não haverá acordo bilateral com outros líderes mundiais. Biden convidou 40 líderes para a reunião, que tem como principal objetivo mostrar que os EUA estão de volta ao debate climático e querem liderar a discussão. Com Donald Trump, que questionava o consenso científico sobre aquecimento global, os americanos se retiraram do Acordo de Paris.

A Casa Branca também quer preparar terreno para a COP-26, a cúpula climática da ONU, que ocorrerá em novembro em Glasgow. Na semana que vem, Biden deve abrir a reunião e anunciar novas metas ambientais dos EUA, para então ouvir os outros líderes sobre o que cada um deles pretende fazer para avançar de maneira mais ambiciosa na redução das emissões de gases de efeito estufa. Cada um deve falar por três minutos. As bases da fala de Jair Bolsonaro tendem a ser as mesmas da carta enviada a Joe Biden esta semana.

Desde fevereiro, a equipe do enviado especial para clima do governo americano, John Kerry, tem reuniões virtuais semanais com o time do Ministério do Meio Ambiente brasileiro. Kerry e Ricardo Salles também já conversaram. O fluxo de diálogo entre os dois países tem sido satisfatório, segundo os envolvidos nas negociações, ainda que os americanos esperam compromissos mais ambiciosos por parte do Brasil.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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