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Emperrou de novo


Do Diário do Grande ABC

04/03/2021 | 23:59


No início do primeiro mandato à frente da Prefeitura de São Bernardo, em 2017, o prefeito Orlando Morando manifestou a intenção de repassar vários equipamentos municipais à iniciativa privada. Passaram-se quase cinco anos, ele foi reeleito, começou o segundo ciclo no Paço e até agora todas as tentativas de concessão obtiveram resultado nulo.

A mais recente foi a Cidade da Criança, que teve sessão de apresentação de propostas realizada ontem. Segundo o governo são-bernardense, ocorreram 93 downloads do edital do certame. Mesmo assim, ninguém se interessou a ponto de, efetivamente, formalizar uma oferta pelo histórico parque temático, que foi fundado em 1968, ocupa 37,7 mil metros quadrados no Jardim do Mar e foi tombado pelo Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural desde 1990.

Esta foi a segunda vez que Morando tentou arrumar um dono para o espaço. Na primeira, um grupo de São Caetano chegou a arrematar, oferecendo R$ 5 milhões de outorga fixa e R$ 28,8 milhões de outorga variável para explorar o local por 15 anos. Mas o negócio não avançou. Agora, mesmo com baixa no valor para R$ 14,7 milhões e prazo mais esticado (25 anos), o centro de diversões não se mostrou atrativo.

Além da Cidade da Criança, Morando buscou terceirizar outros equipamentos. Dentre eles o Estádio 1º de Maio, cemitérios e o complexo esportivo do Baetão, que inclui o Estádio Municipal Giglio Portugal Pichinin. E também não obteve sucesso em nenhuma das empreitadas.

No caso da Cidade da Criança, a justificativa para o infortúnio foi a pandemia do novo coronavírus. Que, diga-se de passagem, é até bastante razoável.

A chegada da Covid-19 também teria sido a causa para o esfriamento das tratativas com a empresa Gool Soccer Consultoria Ltda, ligada a empresários que atuavam no EC São Bernardo. E as demais iniciativas, quais teriam sido os motivos para terem dado errado? 



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Emperrou de novo

Do Diário do Grande ABC

04/03/2021 | 23:59


No início do primeiro mandato à frente da Prefeitura de São Bernardo, em 2017, o prefeito Orlando Morando manifestou a intenção de repassar vários equipamentos municipais à iniciativa privada. Passaram-se quase cinco anos, ele foi reeleito, começou o segundo ciclo no Paço e até agora todas as tentativas de concessão obtiveram resultado nulo.

A mais recente foi a Cidade da Criança, que teve sessão de apresentação de propostas realizada ontem. Segundo o governo são-bernardense, ocorreram 93 downloads do edital do certame. Mesmo assim, ninguém se interessou a ponto de, efetivamente, formalizar uma oferta pelo histórico parque temático, que foi fundado em 1968, ocupa 37,7 mil metros quadrados no Jardim do Mar e foi tombado pelo Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural desde 1990.

Esta foi a segunda vez que Morando tentou arrumar um dono para o espaço. Na primeira, um grupo de São Caetano chegou a arrematar, oferecendo R$ 5 milhões de outorga fixa e R$ 28,8 milhões de outorga variável para explorar o local por 15 anos. Mas o negócio não avançou. Agora, mesmo com baixa no valor para R$ 14,7 milhões e prazo mais esticado (25 anos), o centro de diversões não se mostrou atrativo.

Além da Cidade da Criança, Morando buscou terceirizar outros equipamentos. Dentre eles o Estádio 1º de Maio, cemitérios e o complexo esportivo do Baetão, que inclui o Estádio Municipal Giglio Portugal Pichinin. E também não obteve sucesso em nenhuma das empreitadas.

No caso da Cidade da Criança, a justificativa para o infortúnio foi a pandemia do novo coronavírus. Que, diga-se de passagem, é até bastante razoável.

A chegada da Covid-19 também teria sido a causa para o esfriamento das tratativas com a empresa Gool Soccer Consultoria Ltda, ligada a empresários que atuavam no EC São Bernardo. E as demais iniciativas, quais teriam sido os motivos para terem dado errado? 

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