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Crias da sociedade alternativa


Luciane Mediato
Especial para o Diário

27/06/2011 | 07:00


 Com clareza e simplicidade, Maxine Swann constrói com curtos relatos as descobertas de quatro irmãos no livro "Filhos de Hippies"(Planeta, R$ 24,90,190 páginas). Criados por integrantes da chamada da ‘sociedade alternativa', eles conseguem enxergar as maravilhas do mundo. 

É a partir desse ponto de vista singular que o leitor acompanha o crescimento das crianças, a passagem desse mundo particular para outro completamente diferente. Se por um lado ainda convivem com a peculiaridade dos pais, a separação e novos namorados;, por outro, encontram as exigências na escola, os parentes e até problemas com a forma com que se vestem. 

A autora do livro conversou com o Diário sobre a obra, repleta de doçura. "Estava interessada em ver o movimento contra-cultural através dos olhos da geração que a experimentou, como as crianças", explica.
As histórias são leves e atraentes, levando o leitor para as décadas de 1960 e 1970. Do primeiro ao último capítulo, as crianças são referidas como rebanho de seres indiferenciados conhecido apenas como "eles", um conceito que nos convida a considerar os sujeitos não como indivíduos, mas como categoria. "As crianças, filhos da geração das flores, são as sortudas que sobem em macieiras, nadam nas lagoas e se sujam na grama. A luz do sol e o cheiro da terra faz parte da essência deles", diz a escritora.

Apesar de atritos sociais e políticos aparecerem, principalmente por questões financeiras entre a família e os parentes que não faziam parte da sociedade alternativa, Maxine traz sensibilidade nas narrativas. 
"Cresci nessa época e num contexto que me permitiu observar e conviver com as crianças hippies. Não acho que o movimento tenha morrido. Talvez ele surja em breve numa versão do século 21", acredita.



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Crias da sociedade alternativa

Luciane Mediato
Especial para o Diário

27/06/2011 | 07:00


 Com clareza e simplicidade, Maxine Swann constrói com curtos relatos as descobertas de quatro irmãos no livro "Filhos de Hippies"(Planeta, R$ 24,90,190 páginas). Criados por integrantes da chamada da ‘sociedade alternativa', eles conseguem enxergar as maravilhas do mundo. 

É a partir desse ponto de vista singular que o leitor acompanha o crescimento das crianças, a passagem desse mundo particular para outro completamente diferente. Se por um lado ainda convivem com a peculiaridade dos pais, a separação e novos namorados;, por outro, encontram as exigências na escola, os parentes e até problemas com a forma com que se vestem. 

A autora do livro conversou com o Diário sobre a obra, repleta de doçura. "Estava interessada em ver o movimento contra-cultural através dos olhos da geração que a experimentou, como as crianças", explica.
As histórias são leves e atraentes, levando o leitor para as décadas de 1960 e 1970. Do primeiro ao último capítulo, as crianças são referidas como rebanho de seres indiferenciados conhecido apenas como "eles", um conceito que nos convida a considerar os sujeitos não como indivíduos, mas como categoria. "As crianças, filhos da geração das flores, são as sortudas que sobem em macieiras, nadam nas lagoas e se sujam na grama. A luz do sol e o cheiro da terra faz parte da essência deles", diz a escritora.

Apesar de atritos sociais e políticos aparecerem, principalmente por questões financeiras entre a família e os parentes que não faziam parte da sociedade alternativa, Maxine traz sensibilidade nas narrativas. 
"Cresci nessa época e num contexto que me permitiu observar e conviver com as crianças hippies. Não acho que o movimento tenha morrido. Talvez ele surja em breve numa versão do século 21", acredita.

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