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Andreenses disputam um dos triatlos mais exigentes do mundo

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Grupo aceita desafio de participar do Stone Brixia Man, que é realizado em terreno montanhoso e acontece dia 8, na cidade de Sulzano, na Itália


Anderson Fattori

25/06/2017 | 07:00


 Imagine correr por 42 quilômetros sob intempéries de uma montanha. Adicione 3.800 metros de natação noturna em lago e mais 190 quilômetros de ciclismo, também em terreno inóspito. Parece loucura, mas esse é o tamanho do desafio que cinco andreenses vão enfrentar no Stone Brixia Man, um dos triatlos mais desafiadores do mundo, que acontece dia 8, na cidade de Sulzano, província de Bréscia, na Itália.

Adriano Buragas, 44 anos, Glauber Marin, 39, Wilson Padoveze, 36, e Daniel Cassetari, 33, aceitaram o desafio proposto por Lucas Benjamin, 34, que é o mais experiente em provas deste tipo. No ano passado, ele esteve no Celtman, na Escócia, similar ao que vão enfrentar na Itália e, agora, vai levar os amigos para experiência que dificilmente o grupo irá esquecer.

“Comecei em 2004, fiz triatlo convencional, corridas longas, ron man, até me aventurar no extreme triatlo. Trabalho com preparação física individual e, nos últimos anos, amigos se interessaram por esse tipo de prova. No ano passado, criei a Kaha Multiesporte, que é uma assessoria que trabalha com os mais variados tipos de esportistas e, depois que fui para a Escócia, lancei o desafio de fazermos esse da Itália. Eles compraram a ideia e segunda (amanhã) estamos viajando”, explica Lucas.

Eles serão os únicos brasileiros na prova e a maior delegação de estrangeiros. Por conta do percurso rigoroso e dos obstáculos, a prova é disputada por poucos atletas, já que a organização precisa garantir a segurança de todos. Esta etapa recebeu 85 inscritos e todos precisam apresentar uma pessoa que ficará como apoio, de carro, onde levará comida e também equipamentos.

“Essa é uma prova em que vamos de um ponto A até o ponto B, não é disputada em circuito, ou seja, a largada e a chegada são muito distantes, por isso é necessário ter uma pessoa para nos ajudar tanto nos momentos mais complicados, como oferecendo alimentação e suplementação durante o percurso”, ressalta Lucas, que terá a mulher Alessandra o acompanhando.

O preparador lembra que para atingir condicionamento mínimo para disputar triatlo exigente como esse é preciso tempo e muita dedicação nos treinos, além de disciplina na alimentação. “Para alguém que já faz atividade física regularmente é necessário de um ano e meio a dois para se preparar exclusivamente para um triatlo com esse grau de dificuldade. Se falarmos de uma pessoa sedentária, teria de fazer preparação de pelo menos cinco anos com acompanhamento rigoroso para reunir condições de disputar a prova”, explica Lucas.

O grupo está confiante, com malas prontas e cheio de expectativa pela experiência que terá pela frente. “A meta é completar. Em provas deste tipo a colocação final é o de menos”, analisa Adriano Buragas.



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