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Movimento em cemitérios é tranquilo neste domingo

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Quatro cidades do Grande ABC liberaram a visitação no Dia das Mães


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

10/05/2020 | 15:46


É bastante tranquilo o movimento nos cemitérios do Grande ABC neste domingo de Dia das Mães. Quatro cidades da região, Santo André, São Bernardo, Mauá e Rio Grande da Serra não suspenderam a visitação aos túmulos. O acesso aos cemitérios seguem regras de higienização e para evitar aglomeração. Nos maiores cemitérios de Santo André e São Bernardo, a visitação foi mais numerosa na parte da manhã. No período da tarde, foram poucas as pessoas que compareceram aos locais.

No Cemitério Nossa Senhora do Carmo, na Vila Curuçá, em Santo André, o movimento foi maior pelos sepultamentos ocorridos ao longo do dia do que pelas visitas. A terapeuta holística Maria da Paz da Silva, 44 anos, foi com o neto Emanuel Ishitane, 18, estudante, visitar o túmulo da mãe. "Venho a cada dois meses. É o primeiro Dia das Mães desde que ela morreu", relatou, emocionada.

Celso Luiz/DGABC

O advogado Evangelista de Oliveira, 54, também estava visitando o túmulo da mãe, morta desde 1995. Morador da Penha, na Zona Leste de São Paulo, o advogado acha que as medidas que estão sendo tomadas para conter a pandemia de Covid-19 são exageradas. "Fechar o comércio do atrapalha o Brasil. Tem que liberar, com precaução, até mesmo porque os supermercados e as feiras continuam funcionando, as pessoas também se contaminam ali", defendeu.

No Cemitério Municipal da Vila Euclides, em São Bernardo, a professora aposentada Sirlene Maria Borgani, 54, e o músico Celso Luiz Burgani, 62, visitavam o túmulo dos pais dela. "Meu pai partiu há oito meses. Minha mãe já tem quase três anos. Até o início da quarentena, vinha todos os domingos. Hoje estou retornando depois de mais de quase dois meses", explicou Sirlene.

O casal avalia que as medidas de distanciamento físico são adequadas e necessárias. "Tem que evitar aglomeração", pontuou o músico. 



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Movimento em cemitérios é tranquilo neste domingo

Quatro cidades do Grande ABC liberaram a visitação no Dia das Mães

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

10/05/2020 | 15:46


É bastante tranquilo o movimento nos cemitérios do Grande ABC neste domingo de Dia das Mães. Quatro cidades da região, Santo André, São Bernardo, Mauá e Rio Grande da Serra não suspenderam a visitação aos túmulos. O acesso aos cemitérios seguem regras de higienização e para evitar aglomeração. Nos maiores cemitérios de Santo André e São Bernardo, a visitação foi mais numerosa na parte da manhã. No período da tarde, foram poucas as pessoas que compareceram aos locais.

No Cemitério Nossa Senhora do Carmo, na Vila Curuçá, em Santo André, o movimento foi maior pelos sepultamentos ocorridos ao longo do dia do que pelas visitas. A terapeuta holística Maria da Paz da Silva, 44 anos, foi com o neto Emanuel Ishitane, 18, estudante, visitar o túmulo da mãe. "Venho a cada dois meses. É o primeiro Dia das Mães desde que ela morreu", relatou, emocionada.

Celso Luiz/DGABC

O advogado Evangelista de Oliveira, 54, também estava visitando o túmulo da mãe, morta desde 1995. Morador da Penha, na Zona Leste de São Paulo, o advogado acha que as medidas que estão sendo tomadas para conter a pandemia de Covid-19 são exageradas. "Fechar o comércio do atrapalha o Brasil. Tem que liberar, com precaução, até mesmo porque os supermercados e as feiras continuam funcionando, as pessoas também se contaminam ali", defendeu.

No Cemitério Municipal da Vila Euclides, em São Bernardo, a professora aposentada Sirlene Maria Borgani, 54, e o músico Celso Luiz Burgani, 62, visitavam o túmulo dos pais dela. "Meu pai partiu há oito meses. Minha mãe já tem quase três anos. Até o início da quarentena, vinha todos os domingos. Hoje estou retornando depois de mais de quase dois meses", explicou Sirlene.

O casal avalia que as medidas de distanciamento físico são adequadas e necessárias. "Tem que evitar aglomeração", pontuou o músico. 

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