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Fábio Braz intimida os adversários, mas é o ‘anjo’ da família



16/09/2007 | 07:01


A cara de mau fica apenas para os adversários, dentro de campo. Fora dele, Fábio Braz é mais um daqueles jogadores batalhadores, que fazem da bola o meio de sobrevivência para a família sofrida, mas sempre unida.

Dos pés do zagueiro – o xerifão da defesa corintiana diante do Botafogo hoje à tarde – vem a felicidade para mais de 15 pessoas do Jardim Nakamura, distante bairro encravado entre o Jardim Ângela e o Capão Redondo, em São Paulo.

"Minha mãe (Maria Aparecida) sofreu para me criar sozinha. Hoje, retribuo e ajudo outros 15 familiares, entre tios, irmãos, primos”, afirma, com simplicidade, o novo companheiro do capitão Betão. “E domingo (hoje) a felicidade da família Braz será maior ainda, pois todos são corintianos”.

Mas nem tudo foi alegria na vida deste já experiente zagueiro, de 28 anos. Nas peladas na rua, sempre descalço, Fábio Braz estourou os dedos. “Minhas unhas são todas marcadas por causa dos machucados da infância”, relembra.



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Fábio Braz intimida os adversários, mas é o ‘anjo’ da família


16/09/2007 | 07:01


A cara de mau fica apenas para os adversários, dentro de campo. Fora dele, Fábio Braz é mais um daqueles jogadores batalhadores, que fazem da bola o meio de sobrevivência para a família sofrida, mas sempre unida.

Dos pés do zagueiro – o xerifão da defesa corintiana diante do Botafogo hoje à tarde – vem a felicidade para mais de 15 pessoas do Jardim Nakamura, distante bairro encravado entre o Jardim Ângela e o Capão Redondo, em São Paulo.

"Minha mãe (Maria Aparecida) sofreu para me criar sozinha. Hoje, retribuo e ajudo outros 15 familiares, entre tios, irmãos, primos”, afirma, com simplicidade, o novo companheiro do capitão Betão. “E domingo (hoje) a felicidade da família Braz será maior ainda, pois todos são corintianos”.

Mas nem tudo foi alegria na vida deste já experiente zagueiro, de 28 anos. Nas peladas na rua, sempre descalço, Fábio Braz estourou os dedos. “Minhas unhas são todas marcadas por causa dos machucados da infância”, relembra.

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