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Rotina segue inalterada nas dependências da AD S.Caetano


Fernando Cappelli
Do Diário do Grande ABC

14/10/2010 | 07:01


As consequências da reintegração de posse da sede social e administrativa da AD São Caetano do Bairro Cerâmica, exigida pela Prefeitura do município desde junho e aprovada sexta-feira pela Justiça - mas ainda não executada - ainda repercute de forma tranquila no cotidiano interno do clube.

Com projeto de boxe no local há 18 anos, Servílio de Oliveira afirma saber do ocorrido, mas ainda desconhece o destino caso tenha de deixar as instalações. "Não fomos informados oficialmente de nada. Mas certamente eles (Prefeitura) nos darão respaldo necessário caso tenhamos de sair e ir para outro lugar na cidade. Nosso trabalho é antigo e rende bons frutos há muito tempo", avaliou.

Servílio informou ainda que os trâmites na Justiça pouco mudaram o dia-a-dia do clube, "Ainda não houve nenhum tipo de aviso para as pessoas que trabalham por lá. O departamento de judô, com os competidores de alto nível, foi remanejado para o Circolo Italiano há algum tempo. Mas isso foi independente da reintegração", concluiu.

Municipalização - O processo de reintegração de posse entrou em vigor em virtude da lei de municipalização dos clubes, desenvolvida pela Prefeitura de São Caetano no ano passado.

Pelo decreto, os clubes de pequeno e médio porte da cidade são obrigados a destinar parte das dependências de uso privado para o público. Associações como o Abrevb, na Vila Barcelona, e o Santa Maria já estão enquadrados na lei.

No caso da AD São Caetano, o prefeito José Auricchio Júnior (PTB) afirmou que pretende usar o espaço físico da sede, localizada ao lado do Parque Chico Mendes, para a elaboração de centro cultural.

O processo ainda aguarda sentença. Os dirigentes do clube correm contra o tempo para tentar o procedimento de defesa.

A ordem de reintegração foi dada pela Justiça na sexta-feira. O departamento jurídico da Prefeitura ainda não se manifestou e o presidente da AD, Nairo Ferreira de Souza, disse que não se pronunciaria até ser oficialmente notificado.



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Rotina segue inalterada nas dependências da AD S.Caetano

Fernando Cappelli
Do Diário do Grande ABC

14/10/2010 | 07:01


As consequências da reintegração de posse da sede social e administrativa da AD São Caetano do Bairro Cerâmica, exigida pela Prefeitura do município desde junho e aprovada sexta-feira pela Justiça - mas ainda não executada - ainda repercute de forma tranquila no cotidiano interno do clube.

Com projeto de boxe no local há 18 anos, Servílio de Oliveira afirma saber do ocorrido, mas ainda desconhece o destino caso tenha de deixar as instalações. "Não fomos informados oficialmente de nada. Mas certamente eles (Prefeitura) nos darão respaldo necessário caso tenhamos de sair e ir para outro lugar na cidade. Nosso trabalho é antigo e rende bons frutos há muito tempo", avaliou.

Servílio informou ainda que os trâmites na Justiça pouco mudaram o dia-a-dia do clube, "Ainda não houve nenhum tipo de aviso para as pessoas que trabalham por lá. O departamento de judô, com os competidores de alto nível, foi remanejado para o Circolo Italiano há algum tempo. Mas isso foi independente da reintegração", concluiu.

Municipalização - O processo de reintegração de posse entrou em vigor em virtude da lei de municipalização dos clubes, desenvolvida pela Prefeitura de São Caetano no ano passado.

Pelo decreto, os clubes de pequeno e médio porte da cidade são obrigados a destinar parte das dependências de uso privado para o público. Associações como o Abrevb, na Vila Barcelona, e o Santa Maria já estão enquadrados na lei.

No caso da AD São Caetano, o prefeito José Auricchio Júnior (PTB) afirmou que pretende usar o espaço físico da sede, localizada ao lado do Parque Chico Mendes, para a elaboração de centro cultural.

O processo ainda aguarda sentença. Os dirigentes do clube correm contra o tempo para tentar o procedimento de defesa.

A ordem de reintegração foi dada pela Justiça na sexta-feira. O departamento jurídico da Prefeitura ainda não se manifestou e o presidente da AD, Nairo Ferreira de Souza, disse que não se pronunciaria até ser oficialmente notificado.

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