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Bolsas de NY fecham com alta de 7% com desaceleração da covid-19 e estímulos



06/04/2020 | 17:41


As bolsas de Nova York fecharam com ganhos de mais de 7% nesta segunda-feira, 6, em meio a uma possível desaceleração do avanço do coronavírus e à notícia de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) pretende comprar empréstimos de pequenas e médias empresas do governo para fazer frente aos impactos econômicos da pandemia, além de relatos de que o governo lançará um novo pacote de estímulos de US$ 1,5 trilhão.

O índice Dow Jones encerrou em alta de 7,73%, a 22.679,99 pontos, o S&P 500 avançou 7,03%, a 2.663,68 pontos e o Nasdaq subiu 7,33%, a 7.913,24 pontos. O subíndice do setor industrial do S&P 500 liderou os ganhos, em alta de 7,02%, com a ação da Boeing disparando 19,47%.

Na noite de domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou a população americana para o início de "duas semanas difíceis". O republicano não descartou a possibilidade de enviar cheques adicionais aos cidadãos, com objetivo de garantir alívio financeiro durante a crise provocada pelo coronavírus. Ele também afirmou que a reabertura da economia pode ser relativamente rápida, embora não tenha se comprometido com prazos.

As declarações do presidente ecoaram positivamente nos mercados financeiros, que ganharam ainda mais tração com sinais de achatamento da curva epidemiológica da Covid-19. Em Nova York, epicentro do surto nos EUA, o governador Andrew Cuomo informou hoje que o número de mortes por conta da doença se manteve estagnado pelo segundo dia consecutivo.

Para a Capital Economics, é provável que haja um pico do surto no final de abril. "Mas ainda há a tremendas incertezas sobre o tamanho do prejuízo, já que ele depende do crescimento das novas infecções", diz, em relatório enviado a clientes.

À tarde, a agência de notícias Dow Jones Newswires revelou, citando fontes, que o Federal Reserve tem planos de lançar um programa para comprar empréstimos concedidos por instituições financeiras a pequenas empresas. A autoridade monetária americana chegou a anunciar uma proposta para facilitar o crédito a essas companhias, mas não divulgou detalhes.

Na hora final do pregão, as ações registraram impulso, após a Fox Bussiness divulgar que, de acordo com fontes em Wall Street, o governo americano pretende propor um novo pacote de estímulos fiscais, de US$ 1,5 trilhão, para fazer frente aos impactos do coronavírus.

Na contramão do tom positivo, as ações de companhias aéreas demonstraram fraqueza, após o setor solicitar ajuda do governo no fim da semana passada. O papel da Delta caiu 0,71%, enquanto o da American Arlines subiu 1,17%.



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Bolsas de NY fecham com alta de 7% com desaceleração da covid-19 e estímulos


06/04/2020 | 17:41


As bolsas de Nova York fecharam com ganhos de mais de 7% nesta segunda-feira, 6, em meio a uma possível desaceleração do avanço do coronavírus e à notícia de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) pretende comprar empréstimos de pequenas e médias empresas do governo para fazer frente aos impactos econômicos da pandemia, além de relatos de que o governo lançará um novo pacote de estímulos de US$ 1,5 trilhão.

O índice Dow Jones encerrou em alta de 7,73%, a 22.679,99 pontos, o S&P 500 avançou 7,03%, a 2.663,68 pontos e o Nasdaq subiu 7,33%, a 7.913,24 pontos. O subíndice do setor industrial do S&P 500 liderou os ganhos, em alta de 7,02%, com a ação da Boeing disparando 19,47%.

Na noite de domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou a população americana para o início de "duas semanas difíceis". O republicano não descartou a possibilidade de enviar cheques adicionais aos cidadãos, com objetivo de garantir alívio financeiro durante a crise provocada pelo coronavírus. Ele também afirmou que a reabertura da economia pode ser relativamente rápida, embora não tenha se comprometido com prazos.

As declarações do presidente ecoaram positivamente nos mercados financeiros, que ganharam ainda mais tração com sinais de achatamento da curva epidemiológica da Covid-19. Em Nova York, epicentro do surto nos EUA, o governador Andrew Cuomo informou hoje que o número de mortes por conta da doença se manteve estagnado pelo segundo dia consecutivo.

Para a Capital Economics, é provável que haja um pico do surto no final de abril. "Mas ainda há a tremendas incertezas sobre o tamanho do prejuízo, já que ele depende do crescimento das novas infecções", diz, em relatório enviado a clientes.

À tarde, a agência de notícias Dow Jones Newswires revelou, citando fontes, que o Federal Reserve tem planos de lançar um programa para comprar empréstimos concedidos por instituições financeiras a pequenas empresas. A autoridade monetária americana chegou a anunciar uma proposta para facilitar o crédito a essas companhias, mas não divulgou detalhes.

Na hora final do pregão, as ações registraram impulso, após a Fox Bussiness divulgar que, de acordo com fontes em Wall Street, o governo americano pretende propor um novo pacote de estímulos fiscais, de US$ 1,5 trilhão, para fazer frente aos impactos do coronavírus.

Na contramão do tom positivo, as ações de companhias aéreas demonstraram fraqueza, após o setor solicitar ajuda do governo no fim da semana passada. O papel da Delta caiu 0,71%, enquanto o da American Arlines subiu 1,17%.

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