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Ambulatório fechado terá baixo impacto nas cidades


Angela Martins
Do Diário do Grande ABC

29/02/2012 | 07:00


As prefeituras da região avaliaram que o encerramento das atividades do Ambulatório de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina do ABC terá baixo impacto no atendimento prestado nas unidades de Saúde municipais.

As cerca de 200 consultas realizadas por mês serão transferidas para UBSs (Unidades Básicas de Saúde), AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) e UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). O local oferecia os serviços de rastreamento de lesões suspeitas no colo do útero (detecção de câncer), ginecologia endócrina (transtornos hormonais), menopausa e climatério e osteoporose.

De acordo com a a Secretaria de Saúde de São Bernardo, todos os serviços prestados pelo ambulatório estão disponíveis na rede municipal, tanto nas unidades básicas de Saúde quanto nas unidades de pronto atendimento ou no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher. Poderá haver algum reflexo no movimento de algumas dessas unidades, mas estima-se que será de pouca relevância, visto que os usuários do ambulatório da Faculdade de Medicina irão procurar atendimento em toda a região, pulverizando essa demanda entre os municípios.

Na mesma linha seguem as prefeituras de Santo André, Diadema e Mauá, cidade que ainda fará o levantamento das pacientes atendidas no ambulatório da FMABC. Em média, uma consulta com especialista em ginecologia demora 15 dias.



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Ambulatório fechado terá baixo impacto nas cidades

Angela Martins
Do Diário do Grande ABC

29/02/2012 | 07:00


As prefeituras da região avaliaram que o encerramento das atividades do Ambulatório de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina do ABC terá baixo impacto no atendimento prestado nas unidades de Saúde municipais.

As cerca de 200 consultas realizadas por mês serão transferidas para UBSs (Unidades Básicas de Saúde), AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) e UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). O local oferecia os serviços de rastreamento de lesões suspeitas no colo do útero (detecção de câncer), ginecologia endócrina (transtornos hormonais), menopausa e climatério e osteoporose.

De acordo com a a Secretaria de Saúde de São Bernardo, todos os serviços prestados pelo ambulatório estão disponíveis na rede municipal, tanto nas unidades básicas de Saúde quanto nas unidades de pronto atendimento ou no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher. Poderá haver algum reflexo no movimento de algumas dessas unidades, mas estima-se que será de pouca relevância, visto que os usuários do ambulatório da Faculdade de Medicina irão procurar atendimento em toda a região, pulverizando essa demanda entre os municípios.

Na mesma linha seguem as prefeituras de Santo André, Diadema e Mauá, cidade que ainda fará o levantamento das pacientes atendidas no ambulatório da FMABC. Em média, uma consulta com especialista em ginecologia demora 15 dias.

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