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Busca por vacina continua alta, mas não faltam doses

Marina Brandão/DAGBC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em Santo André, por exemplo, há filas para aplicação e senhas são distribuídas a munícipes


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

30/03/2017 | 07:00


 Apesar da alta procura pela vacina contra a febre amarela nos postos de Saúde, a região não tem sofrido com desabastecimento. Há recomendação para que as pessoas se vacinem antes de viajar a praticamente todas as cidades do Interior e a quase todos os Estados. Em todo o País já foram confirmados 492 casos da doença.

Até 23 de março, cinco das sete cidades (exceto São Caetano e Rio Grande da Serra, que não divulgaram informações) tinham aplicado 21.448 doses da imunização.

Santo André tem registrado filas em busca da vacinação, que ocorre às segundas e quintas-feiras, das 13h às 17h, nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) Centro, Utinga e Vila Luzita. Segundo a Prefeitura, por dia, cada local faz a distribuição de 200 a 250 senhas cada. Até agora, a cidade vacinou 4.280 pessoas – no ano passado foram 1.866 doses. A rede pública atendeu sete casos da doença, todos importados, com o óbito de uma munícipe de 28 anos, em fevereiro. Outra cidade que prestou atendimento de casos importados – dois – foi Diadema.

Com viagem no próximo mês para Minas Gerais, o casal Edilma Souza Santos, 59 anos, e José Miranda dos Santos, 60, chegou à UBS Centro às 6h50 para garantir senha. “Viemos três vezes e não conseguimos. Agora, chegamos cedo”, disse o aposentado.

Especialistas descartam motivos para pânico. “A vacina é produzida no Brasil e é barata. É só aumentar a produção e vacinar a população toda”, sugere o infectologista Hélio Vasconcellos Lopes, cuja opinião é partilhada pelo professor do departamento de epidemiologia da USP (Universidade de São Paulo) Eliseu Alves Waldman. “Pelo comportamento da doença, essa é a conduta adequada”.

O Ministério da Saúde informou que após a interrupção da transmissão nas regiões afetadas irá “revisar a área de recomendação, bem como a mudança no calendário nacional de vacinação”.



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