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Cuba impede que paraguaia deixe a ilha


Da AFP

12/06/2004 | 13:47


O governo de Fidel Castro não está permitindo que uma paraguaia, casada com um dissidente do regime, deixa o país. Seu marido é um médico que desertou da sua missão na Venezuela e fugiu para o Paraguai, segundo denúncia divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores cubano.

A paraguaia Nilda Graciela Oviedo Ozuna pediu a intervenção do governo paraguaio numa carta dirigida à chanceler Leila Rachid. A chancelaria paraguaia e seu consulado em Havana fazem "intensas" negociações para conseguir a autorização para a cidadã e sua filha de seis meses deixarem o país, informaram fontes do ministério à imprensa local.

A mulher disse ter pedido ao governo cubano seus documentos para deixar a ilha e voltar ao seu país para se encontrar com o marido e familiares.

O governo cubano, por meio da Imigração, nega à paraguaia a autorização para viajar com a menina, como represália contra o dissidente, o médico Pablo Ramón Linares González, que desertou "em busca de liberdade", segundo a denúncia.

Desesperada com sua situação, a mulher disse ter recorrido ao consulado em Havana, a cargo de Carlos Fleitas que, apesar da insistência, não obteve resposta favorável das autoridades cubanas, tanto da Chancelaria, quanto da Imigração.

Como último recurso, Nilda Oviedo remeteu uma carta à chanceler Rachid, a quem se dirigiu "em tom de mãe e compatriota" para que interceda junto ao governo cubano.



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Cuba impede que paraguaia deixe a ilha

Da AFP

12/06/2004 | 13:47


O governo de Fidel Castro não está permitindo que uma paraguaia, casada com um dissidente do regime, deixa o país. Seu marido é um médico que desertou da sua missão na Venezuela e fugiu para o Paraguai, segundo denúncia divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores cubano.

A paraguaia Nilda Graciela Oviedo Ozuna pediu a intervenção do governo paraguaio numa carta dirigida à chanceler Leila Rachid. A chancelaria paraguaia e seu consulado em Havana fazem "intensas" negociações para conseguir a autorização para a cidadã e sua filha de seis meses deixarem o país, informaram fontes do ministério à imprensa local.

A mulher disse ter pedido ao governo cubano seus documentos para deixar a ilha e voltar ao seu país para se encontrar com o marido e familiares.

O governo cubano, por meio da Imigração, nega à paraguaia a autorização para viajar com a menina, como represália contra o dissidente, o médico Pablo Ramón Linares González, que desertou "em busca de liberdade", segundo a denúncia.

Desesperada com sua situação, a mulher disse ter recorrido ao consulado em Havana, a cargo de Carlos Fleitas que, apesar da insistência, não obteve resposta favorável das autoridades cubanas, tanto da Chancelaria, quanto da Imigração.

Como último recurso, Nilda Oviedo remeteu uma carta à chanceler Rachid, a quem se dirigiu "em tom de mãe e compatriota" para que interceda junto ao governo cubano.

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