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Interação pelo emprego


Do Diário do Grande ABC

20/08/2019 | 10:56


A sintonia fina entre o poder público e a indústria resultou em um primeiro passo importantíssimo para equalizar o impacto gerado pelo encerramento das atividades da Ford na planta de São Bernardo. Acordo que começou a ser alinhavado ontem pode representar interessante alternativa para os operários que, de um dia para outro, receberam o anúncio de que até novembro não teriam mais onde trabalhar.

O protocolo de intenções que está sendo emoldurado entre a GM (General Motors), de São Caetano, e a Prefeitura de São Bernardo torna-se um Norte para quem viu a palavra desemprego surgir no horizonte de forma irreversível.

É evidente que as centenas de trabalhadores que estão sendo dispensados pela Ford poderão contribuir muito para as operações de outra fábrica de automóveis. E também é notório que a montadora que absorver essa mão de obra encontrará profissionais já habituados ao meio, qualificados e que, portanto, demandarão menos tempo e investimentos no quesito treinamento.

Interessante é que a GM, bem antes da Ford, manifestou desejo de deixar o Grande ABC. Entretanto, após negociações com o governo do Estado e com a Prefeitura de São Caetano, não só ficou como anunciou investimentos de R$ 10 bilhões nas atividades que desempenha no País.

Desfecho bem diferente do registrado pela Ford. Apesar de todas as tratativas entre os setores federal, estadual e municipal, não recuou na intenção de fechar as portas na região. O que ocorrerá dentro de três meses, encerrando uma história de 52 anos em São Bernardo.

As tratativas anunciadas ontem podem ser caracterizadas como uma daquelas parcerias popularmente chamadas de ‘ganha-ganha’. Se vier a ser realmente formalizada, ganham a GM, a economia do Grande ABC como um todo e, principalmente, os trabalhadores da Ford e suas famílias. É preciso insistir no diálogo e criar condições para que avance urgentemente da teoria para a prática.



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Interação pelo emprego

Do Diário do Grande ABC

20/08/2019 | 10:56


A sintonia fina entre o poder público e a indústria resultou em um primeiro passo importantíssimo para equalizar o impacto gerado pelo encerramento das atividades da Ford na planta de São Bernardo. Acordo que começou a ser alinhavado ontem pode representar interessante alternativa para os operários que, de um dia para outro, receberam o anúncio de que até novembro não teriam mais onde trabalhar.

O protocolo de intenções que está sendo emoldurado entre a GM (General Motors), de São Caetano, e a Prefeitura de São Bernardo torna-se um Norte para quem viu a palavra desemprego surgir no horizonte de forma irreversível.

É evidente que as centenas de trabalhadores que estão sendo dispensados pela Ford poderão contribuir muito para as operações de outra fábrica de automóveis. E também é notório que a montadora que absorver essa mão de obra encontrará profissionais já habituados ao meio, qualificados e que, portanto, demandarão menos tempo e investimentos no quesito treinamento.

Interessante é que a GM, bem antes da Ford, manifestou desejo de deixar o Grande ABC. Entretanto, após negociações com o governo do Estado e com a Prefeitura de São Caetano, não só ficou como anunciou investimentos de R$ 10 bilhões nas atividades que desempenha no País.

Desfecho bem diferente do registrado pela Ford. Apesar de todas as tratativas entre os setores federal, estadual e municipal, não recuou na intenção de fechar as portas na região. O que ocorrerá dentro de três meses, encerrando uma história de 52 anos em São Bernardo.

As tratativas anunciadas ontem podem ser caracterizadas como uma daquelas parcerias popularmente chamadas de ‘ganha-ganha’. Se vier a ser realmente formalizada, ganham a GM, a economia do Grande ABC como um todo e, principalmente, os trabalhadores da Ford e suas famílias. É preciso insistir no diálogo e criar condições para que avance urgentemente da teoria para a prática.

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