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Criticados, rivais rebatem Lauro


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

10/06/2016 | 07:00


Criticados nominalmente pelo prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), os pré-postulantes ao Paço Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), e Vaguinho do Conselho (PRB) rebateram ontem o rival, apontando “desespero”, além de defender projetos partidários na corrida pelo Executivo.

Um dia antes, em entrevista exclusiva ao Diário, Lauro desqualificou seus principais adversários, enumerando falhas. Para Maninho, ele disse “ser o pior candidato da história do PT”, enquanto a Vaguinho afirmou que ingresso na disputa é para auxiliar projeto do PT.

“Todo mundo sabe que este prefeito é extremamente fraco, que não cumpre os compromissos assumidos. Eu ficaria muito triste se o Lauro dissesse ser meu amigo. Porque é defensor de um projeto contra o meu, que é de defender a classe trabalhadora. Já ele está do lado da repressão e da exclusão social”, disparou Maninho.

Em Diadema, Lauro foi o responsável por interromper hegemonia do PT, que emplacou seis mandatos no Executivo, desde 1982. O petismo pressionou o ex-prefeito José de Filippi Júnior para encabeçar projeto contra o verde. Porém, diante de inúmeras recusas, apostou em Maninho.

Em tom similar ao do petista, Vaguinho destacou que o discurso do chefe do Executivo foi somente feito “por conta de preocupação diante da rejeição” à sua gestão. “Ao andar pelas ruas da cidade é muito fácil ver quantos reprovam este governo. Ele (Lauro) sabe disso e está desesperado. Estamos acompanhando e com muitas perguntas para colocar. Porém, vai ter o momento certo e feito com respeito. Não quero ataques”, pontuou o vereador republicano.

Além de críticas, Lauro revelou discussão para nomear Vaguinho como vice em sua chapa. Afirmação essa que também foi contestada pelo parlamentar. “Venho batalhando para ser candidato desde o ano passado. Deixei o PSB porque queriam me impedir de tentar. Agora, a situação é inversa. O prefeito sempre me procurou para estar ao seu lado e eu não estou após ver que não dá para compactuar com as coisas que seu governo fez”, complementou Vaguinho. 



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