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Aluguel de imóveis aumenta 14,72%


Michele Loureiro
Do Diário do Grande ABC

19/09/2008 | 07:09


O número de imóveis alugados em julho no Estado de São Paulo foi 14,72% maior que em junho, segundo pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) realizada com 1.532 imobiliárias de 37 cidades. Foram alugados 3.121 imóveis, o que fez o índice estadual de locação evoluir de 1,7758 para 2,0372 no período considerado.

Nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema, a pesquisa constatou que a faixa de valor com maior número de novos contratos em julho foi a de R$ 201 a R$ 400, que representa 36,49% do total.

"Isso é comum na região. As pessoas procuram imóveis menores e mais simples. Esse aumento pode ser justificado por julho ser um mês em que as pessoas começam faculdades, trocam de empregos, e por isso precisam de residências próximas às novas atividades", explica Edeli Maria Azzi Savioli, delegada regional do Creci.

São Caetano é a cidade com aluguel mais caro do Grande ABC. Um apartamento com quatro dormitórios situado em área nobre, pode custar até R$ 3.500 por mês.

Para a delegada, a região só não apresenta índices de locação mais altos porque faltam imóveis. "Se colocarmos 100 moradias, na faixa de R$ 201 a R$ 400, à disposição de imobiliárias em qualquer cidade do Grande ABC, todas seriam alugadas em até 15 dias. Temos demanda, mas não temos imóveis", explica.

Perfil - A maioria dos novos locatários da região - 63,18% - prefere alugar apartamentos. "A segurança é a principal alegação para justificar a escolha", explica a delegada regional.

 Além disso, 41,20% dos novos ‘proprietários' usaram fiador como garantia de pagamento, deixando de lado o seguro fiança e o depósito antecipado.

Outras regiões - Na Capital, o maior número de novos contratos, por faixa de valor, também foi o dos aluguéis entre R$ 201 e R$ 400, com 23,17% do total de locações.

 No Interior, a faixa de valor ficou entre R$ 401 e R$ 600, com 35,54% dos contratos. O Litoral ficou com a mesma faixa, que foi responsável por 42,01% das locações.

Vendas de usados crescem 0,39% em julho

A mesma pesquisa do Creci-SP registrou crescimento de 0,39% nas vendas de imóveis usados no Estado de São Paulo - o que fez o índice estadual de vendas avançar de 0,6664 para 0,6691 no período.

Apartamentos e casas praticamente empataram na preferência dos compradores. Os apartamentos somaram 50,83% dos imóveis vendidos em julho e as casas, 49,17%.

Na região, os imóveis mais caros foram os apartamentos localizados em bairros centrais de São Caetano - o preço do metro quadrado deles era de até R$ 5.000. Já o mais barato - R$ 300 - foi localizado em regiões periféricas de Diadema, e refere-se a casas de um dormitório.

"São Caetano é uma cidade mais cara de fato, mas municípios como Diadema e Mauá têm possibilidade de implementarem suas moradias e valorizar esses índices", comenta Edeli.

Para a delegada regional do Creci, o Rodoanel trará inúmeros benefícios para a região, inclusive o aumento de procura por imóveis e a conseqüente valorização.

Interior - A faixa de imóveis mais caros no interior de São Paulo foram os apartamentos de três dormitórios, localizados na área nobre de Ribeirão Preto. O preço médio do metro quadrado desse tipo de imóvel foi de R$ 3.428,57.

Os mais baratos, de R$ 428,57 o metro quadrado, eram as casas de dois dormitórios localizadas na área periférica da cidade.



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Aluguel de imóveis aumenta 14,72%

Michele Loureiro
Do Diário do Grande ABC

19/09/2008 | 07:09


O número de imóveis alugados em julho no Estado de São Paulo foi 14,72% maior que em junho, segundo pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) realizada com 1.532 imobiliárias de 37 cidades. Foram alugados 3.121 imóveis, o que fez o índice estadual de locação evoluir de 1,7758 para 2,0372 no período considerado.

Nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema, a pesquisa constatou que a faixa de valor com maior número de novos contratos em julho foi a de R$ 201 a R$ 400, que representa 36,49% do total.

"Isso é comum na região. As pessoas procuram imóveis menores e mais simples. Esse aumento pode ser justificado por julho ser um mês em que as pessoas começam faculdades, trocam de empregos, e por isso precisam de residências próximas às novas atividades", explica Edeli Maria Azzi Savioli, delegada regional do Creci.

São Caetano é a cidade com aluguel mais caro do Grande ABC. Um apartamento com quatro dormitórios situado em área nobre, pode custar até R$ 3.500 por mês.

Para a delegada, a região só não apresenta índices de locação mais altos porque faltam imóveis. "Se colocarmos 100 moradias, na faixa de R$ 201 a R$ 400, à disposição de imobiliárias em qualquer cidade do Grande ABC, todas seriam alugadas em até 15 dias. Temos demanda, mas não temos imóveis", explica.

Perfil - A maioria dos novos locatários da região - 63,18% - prefere alugar apartamentos. "A segurança é a principal alegação para justificar a escolha", explica a delegada regional.

 Além disso, 41,20% dos novos ‘proprietários' usaram fiador como garantia de pagamento, deixando de lado o seguro fiança e o depósito antecipado.

Outras regiões - Na Capital, o maior número de novos contratos, por faixa de valor, também foi o dos aluguéis entre R$ 201 e R$ 400, com 23,17% do total de locações.

 No Interior, a faixa de valor ficou entre R$ 401 e R$ 600, com 35,54% dos contratos. O Litoral ficou com a mesma faixa, que foi responsável por 42,01% das locações.

Vendas de usados crescem 0,39% em julho

A mesma pesquisa do Creci-SP registrou crescimento de 0,39% nas vendas de imóveis usados no Estado de São Paulo - o que fez o índice estadual de vendas avançar de 0,6664 para 0,6691 no período.

Apartamentos e casas praticamente empataram na preferência dos compradores. Os apartamentos somaram 50,83% dos imóveis vendidos em julho e as casas, 49,17%.

Na região, os imóveis mais caros foram os apartamentos localizados em bairros centrais de São Caetano - o preço do metro quadrado deles era de até R$ 5.000. Já o mais barato - R$ 300 - foi localizado em regiões periféricas de Diadema, e refere-se a casas de um dormitório.

"São Caetano é uma cidade mais cara de fato, mas municípios como Diadema e Mauá têm possibilidade de implementarem suas moradias e valorizar esses índices", comenta Edeli.

Para a delegada regional do Creci, o Rodoanel trará inúmeros benefícios para a região, inclusive o aumento de procura por imóveis e a conseqüente valorização.

Interior - A faixa de imóveis mais caros no interior de São Paulo foram os apartamentos de três dormitórios, localizados na área nobre de Ribeirão Preto. O preço médio do metro quadrado desse tipo de imóvel foi de R$ 3.428,57.

Os mais baratos, de R$ 428,57 o metro quadrado, eram as casas de dois dormitórios localizadas na área periférica da cidade.

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