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Confira o 1º discurso de Lula após a reeleição


Do Diário do Grande ABC

29/10/2006 | 23:37


“Deixa o homem trabalhar. Não temos tempo a perder, é trabalhar, trabalhar e trabalhar. É por isso que o povo brasileiro votou e hoje diz nas ruas 'Deixa o homem trabalhar', porque o Brasil precisa de trabalho.

Se no primeiro mandato começamos a 80 quilômetros por hora, porque a gente não conhecia a pista como o Felipe Massa conhece, agora começamos a 120 quilômetros por hora.

Tinha consciência de que tínhamos construído um alicerce para o país dar um salto neste segundo mandato. Todo o povo brasileiro votou porque tem esperança de que as coisas vão andar muito melhor agora no segundo mandato. Queremos tornar o Brasil mais humano e mais justo.

Os acertos e os erros que o governo fez permitiram que pudéssemos chegar ao processo eleitoral mais amadurecidos, com mais consciência das dificuldades que o Brasil enfrenta.

O Brasil irá atingir padrão de desenvolvimento que o colocará no centro dos países mais desenvolvidos do mundo. O Brasil está vivendo um momento mágico de consolidação do processo democrático graças, principalmente, ao povo que foi incluído no patamar daqueles que tinham conquistado a cidadania.

Eu aprendi na vida cotidiana, e não na faculdade de economia, que a gente não pode gastar mais do que ganha.

O Brasil sentiu que tinha melhorado e, para isso, não há adversário. O povo sentiu na mesa, no prato e no bolso a melhora do país. Sentiu no cotidiano, na vida de seus amigos e de sua família.

Agora não tem mais adversário. O adversário agora são as injustiças sociais que precisamos combater. Contra esses argumentos, nós não temos adversário.

Continuaremos a governar o Brasil para todos, mas continuaremos a dar mais atenção aos mais necessitados. Os pobres terão preferência em nosso governo. Queremos transformar o Brasil em um país mais equânime, mais justo.

Acho que a inclusão social de milhões e milhões de brasileiros e os acertos e os erros nas coisas que o governo fez permitiram que pudessemos chegar ao processo eleitoral mais amadurecidos. O povo soube reagir no momento adequado e da forma adequada.

Todo mundo aqui está calejado. Não tenho dúvida de que vai aumentar a riqueza, vai aumentar o combate à corrupção, o fortalecimento das instituições, e que o Brasil vai atingir um padrão de desenvolvimento que vai nos colocar entre os países mais desenvolvidos do mundo.

Cansamos de ser um país emergente. As bases estão dadas, e agora temos que trabalhar. O povo votou porque tem esperança de que as coisas podem andar mais rápido e melhor.

Nós iremos continuar fortalecendo o mercado de massas, fortalecendo o mercado interno, fortalecendo as exportações. Eu tenho certeza que nos próximos quatro anos, nós daremos ao Brasil aquilo que o Brasil merece. Durante tantos anos, o Brasil quase chegou lá, mas que por interesses eminentemente políticos momentâneos, o Brasil jogou fora essa oportunidade. Eu não jogarei.

Sou grato nesse momento às pessoas que confiaram e acreditaram. Sou grato ao povo desse país, que em vários momentos foi instado a ter dúvidas contra o governo. O povo sabia fazer diferença do que era verdade e o que não era verdade.

O Brasil não é meu. Eu é que sou brasileiro. O Brasil é de todos. Por isso estou com essa frase na minha camiseta (A vitória é do Brasil). A vitória não é do Lula, não é do PT, não é de nenhum partido politico. A vitória é eminentemente da sabedoria do povo brasileiro. E vamos trabalhar”.



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Confira o 1º discurso de Lula após a reeleição

Do Diário do Grande ABC

29/10/2006 | 23:37


“Deixa o homem trabalhar. Não temos tempo a perder, é trabalhar, trabalhar e trabalhar. É por isso que o povo brasileiro votou e hoje diz nas ruas 'Deixa o homem trabalhar', porque o Brasil precisa de trabalho.

Se no primeiro mandato começamos a 80 quilômetros por hora, porque a gente não conhecia a pista como o Felipe Massa conhece, agora começamos a 120 quilômetros por hora.

Tinha consciência de que tínhamos construído um alicerce para o país dar um salto neste segundo mandato. Todo o povo brasileiro votou porque tem esperança de que as coisas vão andar muito melhor agora no segundo mandato. Queremos tornar o Brasil mais humano e mais justo.

Os acertos e os erros que o governo fez permitiram que pudéssemos chegar ao processo eleitoral mais amadurecidos, com mais consciência das dificuldades que o Brasil enfrenta.

O Brasil irá atingir padrão de desenvolvimento que o colocará no centro dos países mais desenvolvidos do mundo. O Brasil está vivendo um momento mágico de consolidação do processo democrático graças, principalmente, ao povo que foi incluído no patamar daqueles que tinham conquistado a cidadania.

Eu aprendi na vida cotidiana, e não na faculdade de economia, que a gente não pode gastar mais do que ganha.

O Brasil sentiu que tinha melhorado e, para isso, não há adversário. O povo sentiu na mesa, no prato e no bolso a melhora do país. Sentiu no cotidiano, na vida de seus amigos e de sua família.

Agora não tem mais adversário. O adversário agora são as injustiças sociais que precisamos combater. Contra esses argumentos, nós não temos adversário.

Continuaremos a governar o Brasil para todos, mas continuaremos a dar mais atenção aos mais necessitados. Os pobres terão preferência em nosso governo. Queremos transformar o Brasil em um país mais equânime, mais justo.

Acho que a inclusão social de milhões e milhões de brasileiros e os acertos e os erros nas coisas que o governo fez permitiram que pudessemos chegar ao processo eleitoral mais amadurecidos. O povo soube reagir no momento adequado e da forma adequada.

Todo mundo aqui está calejado. Não tenho dúvida de que vai aumentar a riqueza, vai aumentar o combate à corrupção, o fortalecimento das instituições, e que o Brasil vai atingir um padrão de desenvolvimento que vai nos colocar entre os países mais desenvolvidos do mundo.

Cansamos de ser um país emergente. As bases estão dadas, e agora temos que trabalhar. O povo votou porque tem esperança de que as coisas podem andar mais rápido e melhor.

Nós iremos continuar fortalecendo o mercado de massas, fortalecendo o mercado interno, fortalecendo as exportações. Eu tenho certeza que nos próximos quatro anos, nós daremos ao Brasil aquilo que o Brasil merece. Durante tantos anos, o Brasil quase chegou lá, mas que por interesses eminentemente políticos momentâneos, o Brasil jogou fora essa oportunidade. Eu não jogarei.

Sou grato nesse momento às pessoas que confiaram e acreditaram. Sou grato ao povo desse país, que em vários momentos foi instado a ter dúvidas contra o governo. O povo sabia fazer diferença do que era verdade e o que não era verdade.

O Brasil não é meu. Eu é que sou brasileiro. O Brasil é de todos. Por isso estou com essa frase na minha camiseta (A vitória é do Brasil). A vitória não é do Lula, não é do PT, não é de nenhum partido politico. A vitória é eminentemente da sabedoria do povo brasileiro. E vamos trabalhar”.

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