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Tira-dúvidas da sociedade civil só recebeu sete ligações


Da Agência Brasil

01/10/2006 | 16:34


O comitê do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), criado para tirar dúvidas dos eleitores, recebeu até as 15 horas deste domingo apenas sete ligações. Destas, duas pediam esclarecimentos do que podiam ou não fazer no momento da votação e os outros cinco telefonemas eram de denúncias.

Uma denúncia era sobre pessoas com material de campanha próximas a uma seção eleitoral do Distrito Federal; uma outra sobre um problema ocorrido em urna eletrônica numa escola de Águas Lindas, em Goiás, e a de que um candidato a deputado distrital estaria comprando votos por R$ 50 na cidade de Ceilândia, no Distrito Federal.

"Geralmente a pessoa liga para esclarecer se realmente pode ter a prática de boca de urna e em relação também ao uso de camisetas, bonés, bandeiras. Saiu muito em cima da hora que era possível o uso individual e silencioso de manifestação", disse a secretária-executiva do MCCE, Suylan Midlej. Ela esclarece que é possível usar estes artefatos, desde que não haja um aglomerado de pessoas, e que a pessoa não esteja fazendo a prática da boca de urna.

O MCCE foi criado em 2002 e é formado por 28 entidades da sociedade civil. "É um movimento da sociedade civil que foi criado com esse intuito de ajudar na aplicabilidade da Lei N.º 9.840". A lei, de 1999, foi criada para combater a compra de votos e o uso da máquina administrativa durante o período eleitoral.

Durante todo este domingo, haverá postos do MCCE espalhados por todo o país, em regime de plantão, para tirar dúvidas dos eleitores, encaminhar denúncias à PF (Polícia Federal) e ajudar na fiscalização de crimes eleitorais.

O plantão nacional atenderá pelos números (61) 3316-9640, 3316-9646 e 3316-9658.

Nos postos do MCCE, chamados de Comitê 9840, haverá equipes de atendimento formadas por advogados, juízes e especialistas em direito eleitoral. O MCCE também atua pela reforma do sistema político e pelo fim da corrupção eleitoral.



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Tira-dúvidas da sociedade civil só recebeu sete ligações

Da Agência Brasil

01/10/2006 | 16:34


O comitê do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), criado para tirar dúvidas dos eleitores, recebeu até as 15 horas deste domingo apenas sete ligações. Destas, duas pediam esclarecimentos do que podiam ou não fazer no momento da votação e os outros cinco telefonemas eram de denúncias.

Uma denúncia era sobre pessoas com material de campanha próximas a uma seção eleitoral do Distrito Federal; uma outra sobre um problema ocorrido em urna eletrônica numa escola de Águas Lindas, em Goiás, e a de que um candidato a deputado distrital estaria comprando votos por R$ 50 na cidade de Ceilândia, no Distrito Federal.

"Geralmente a pessoa liga para esclarecer se realmente pode ter a prática de boca de urna e em relação também ao uso de camisetas, bonés, bandeiras. Saiu muito em cima da hora que era possível o uso individual e silencioso de manifestação", disse a secretária-executiva do MCCE, Suylan Midlej. Ela esclarece que é possível usar estes artefatos, desde que não haja um aglomerado de pessoas, e que a pessoa não esteja fazendo a prática da boca de urna.

O MCCE foi criado em 2002 e é formado por 28 entidades da sociedade civil. "É um movimento da sociedade civil que foi criado com esse intuito de ajudar na aplicabilidade da Lei N.º 9.840". A lei, de 1999, foi criada para combater a compra de votos e o uso da máquina administrativa durante o período eleitoral.

Durante todo este domingo, haverá postos do MCCE espalhados por todo o país, em regime de plantão, para tirar dúvidas dos eleitores, encaminhar denúncias à PF (Polícia Federal) e ajudar na fiscalização de crimes eleitorais.

O plantão nacional atenderá pelos números (61) 3316-9640, 3316-9646 e 3316-9658.

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