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Palmeiras e Flamengo empatam em partida com batalha jurídica

Liminar que suspendia jogo após surto de Covid-19 no elenco do time carioca foi revogada minutos antes de a bola rolar no Allianz Parque


Raphael Rocha
do Diário do Grande ABC

28/09/2020 | 07:40


Palmeiras e Flamengo empataram por 1 a 1, no Allianz Parque, pelo Brasileirão, em um confronto no qual o resultado foi coadjuvante em uma história que se arrastou pela semana passada e pelo fim de semana.

Com surto de Covid-19 no clube, e 40 pessoas infectadas, sendo 19 jogadores, o Flamengo buscou a suspensão do jogo marcado para ontem, às 16h, no Allianz Parque. A CBF rejeitou a solicitação carioca sob argumento de cumprimento de protocolo estabelecido para o retorno do futebol e que a situação vivenciada pelo time não possibilitava o adiamento.

O Rubro-Negro apelou a várias instâncias jurídicas. No sábado, pleito do Sindeclubes (Sindicato dos Empregados em Clubes, Federações e Confederações Esportivas e Atletas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro) junto ao TRT (Tribunal Regional do Trabalho) do Rio de Janeiro foi acatado e liminar suspendeu o jogo. O Sindeclubes é presidido por José Pinheiro dos Santos, funcionário do Flamengo.

A CBF recorreu ao TST (Tribunal Superior do Trabalho) para realizar o jogo. Orientou os times a irem ao Allianz Parque porque, se a liminar fosse derrubada, a partida aconteceria. Às 15h52, o vice-presidente do TST, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, concedeu ganho de causa à CBF.

Mello Filho alegou que a liminar concedida pelo TRT do Rio de Janeiro não poderia invalidar a organização de um evento que estava agendado para outro Estado. Com o aval, os clubes entraram no gramado do Allianz Parque às 16h20.

Toda a celeuma provocou imensa crise nos bastidores do futebol brasileiro. O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, criticou a postura do Flamengo. “O maior problema do futebol é quando um clube só pensa nele e em mais nada. Suspender um jogo é suspender o protocolo que todos toparam. Melhor paralisar o campeonato inteiro então.”

O presidente do Atlético-MG, Sergio Sette Camara, também alfinetou. “Os regulamentos são claros, com previsão de penas gravíssimas. Os clubes não podem pleitear nem se beneficiar de decisões da ‘Justiça comum’ que digam respeito à organização das competições.” (com Agências) 



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