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‘Não existe terceiro turno’, afirma presidente do TSE


Das Agências

29/10/2006 | 21:07


O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Marco Aurélio Mello, afastou as especulações de um eventual terceiro turno para as eleições presidenciais, caso fique comprovado o envolvimento do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na negociação do dossiê contra candidatos do PSDB.

Em entrevista coletiva concedida às 18h15 deste domingo, o ministro disse que ainda é cedo para se tirar conclusões da investigação judicial eleitoral, em curso no TSE, requerida pela coligação de Geraldo Alckmin (PSDB) contra o presidente Lula, acusado de supostamente ter-se beneficiado com “atos de abuso de poder”. “Não dá pra se fazer uma avaliação, pois o processo ainda está sendo instruído, provas estão sendo produzidas, e o processo ainda não está aparelhado para ir a julgamento”, explicou.

O resultado desse julgamento, seja qual for, não interfere na legitimidade do pleito, “que pressupõe o respeito irrestrito às regras do jogo”, afirmou o ministro, lembrando que não existe terceiro turno. “O que se  poderá ter é uma conclusão da Justiça Eleitoral sobre um desvirtuamento, repercutindo, portanto, num mandato”, disse. “Não podemos confundir rigor na aplicação da lei com justiçamento. Não haverá justiçamento, haverá julgamento”, assegurou.

Caixa 2 – O ministro também afastou a suspeita de ocorrência de caixa 2 nestas eleições. Ele observou que as despesas declaradas com a campanha eleitoral neste ano foram maiores que em 2002, quando eram permitidos ‘showmícios’, outdoors e distribuição de brindes. “A leitura que se faz desse descompasso é a que em 2002 tivemos o caixa 2 e que os doadores agora se mostraram mais espertos. Não tivemos, creio, a passagem de valores por debaixo do pano”, avaliou.



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‘Não existe terceiro turno’, afirma presidente do TSE

Das Agências

29/10/2006 | 21:07


O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Marco Aurélio Mello, afastou as especulações de um eventual terceiro turno para as eleições presidenciais, caso fique comprovado o envolvimento do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na negociação do dossiê contra candidatos do PSDB.

Em entrevista coletiva concedida às 18h15 deste domingo, o ministro disse que ainda é cedo para se tirar conclusões da investigação judicial eleitoral, em curso no TSE, requerida pela coligação de Geraldo Alckmin (PSDB) contra o presidente Lula, acusado de supostamente ter-se beneficiado com “atos de abuso de poder”. “Não dá pra se fazer uma avaliação, pois o processo ainda está sendo instruído, provas estão sendo produzidas, e o processo ainda não está aparelhado para ir a julgamento”, explicou.

O resultado desse julgamento, seja qual for, não interfere na legitimidade do pleito, “que pressupõe o respeito irrestrito às regras do jogo”, afirmou o ministro, lembrando que não existe terceiro turno. “O que se  poderá ter é uma conclusão da Justiça Eleitoral sobre um desvirtuamento, repercutindo, portanto, num mandato”, disse. “Não podemos confundir rigor na aplicação da lei com justiçamento. Não haverá justiçamento, haverá julgamento”, assegurou.

Caixa 2 – O ministro também afastou a suspeita de ocorrência de caixa 2 nestas eleições. Ele observou que as despesas declaradas com a campanha eleitoral neste ano foram maiores que em 2002, quando eram permitidos ‘showmícios’, outdoors e distribuição de brindes. “A leitura que se faz desse descompasso é a que em 2002 tivemos o caixa 2 e que os doadores agora se mostraram mais espertos. Não tivemos, creio, a passagem de valores por debaixo do pano”, avaliou.

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