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Petista vota a favor do governo de Maranhão e pode apoiar França


Humberto Domiciano
Diário do Grande ABC

28/05/2018 | 07:00


Vereador de Rio Grande da Serra, Marcelo Cabeleireiro (PT) tem causado polêmica no diretório municipal da sigla por ter votado em pelo menos dois projetos do prefeito Gabriel Maranhão (sem partido). A sigla abriu processo na comissão de ética contra o parlamentar.

Nos bastidores da cidade, comenta-se que Marcelo, assim como o chefe do Executivo, poderia aderir ao projeto eleitoral do governador Márcio França (PSB), enquanto seu partido, o PT, lançará o ex-prefeito de São Bernardo e presidente estadual da sigla, Luiz Marinho como candidato.

Oficialmente, Marcelo afirmou que dará apoio a Marinho. “Muitas pessoas estão se aliando ao Márcio França. Mas hoje ainda trabalharia para o Marinho, que no Grande ABC foi muito presente e fez boa gestão em São Bernardo”, destacou.

O petista deu voto favorável à aprovação das contas de Gabriel Maranhão, relativas ao ano de 2014, e também a uma matéria que incluiu a cobrança da taxa do lixo nas faturas do consumo de água.

O vereador reconheceu que sua atuação causa desconforto ao partido, mas entende ter trilhado um caminho “correto”. “Fui eleito para trabalhar pela sociedade. Vejo a conjuntura do País e me parece certo votar nos projetos que sejam bons para a população”, prosseguiu.

Segundo Marcelo, a decisão de votar a favor dos projetos foi tomada após analisar os assuntos com seus assessores. “Voto com aquilo que é bom para a cidade, não é um voto partidário. Quando aprovei a taxa do lixo, entendi que seria uma forma de arrecadar mais e oferecer mais melhorias. Já as contas do prefeito Maranhão, vejo que os precatórios afetam o Orçamento e mesmo assim, os percentuais em Saúde e Educação foram aplicados de maneira correta”, defendeu o petista.

O TCE (Tribunal de Contas do Estado) rejeitou a contabilidade financeira de 2014 do prefeito Gabriel Maranhão por uma série de irregularidades que impediu a aprovação do balanço fiscal. O conselheiro Renato Martins Costa apontou que os gastos com o ensino municipal estão em desacordo com a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), inclusive acusando o chefe do Executivo de efetuar pagamento de funcionários de outras Pastas com recurso proveniente da Educação. 



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