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Palmeiras perde na final do Mundial


Do Diário OnLine

30/11/1999 | 10:35


O Palmeiras nao conseguiu segurar o Manchester United e perdeu a final do Mundial Interclubes, na manha desta terça, por 1 a 0, no estádio Nacional, em Tóquio.

A equipe do técnico Luiz Felipe Scolari dominou boa parte da partida, mas, aos 36 minutos do primeiro tempo, Keane acabou com o sonho dos palmeirenses de conquistar o título inédito.

O gol do Manchester saiu após contra-ataque pela esquerda. Giggs, que recebeu o prêmio de melhor jogador da partida, escapou pela ponta e cruzou para a área. Marcos saiu mal do gol e Keane teve o trabalho de apenas tocar para o fundo das redes.

Em desvantagem no placar, o Palmeiras partiu com tudo para o ataque, mas nao conseguia finalizar. Desordenada, a equipe brasileira ainda conseguiu chegar várias vezes com perigo ao gol de Bosnish, mas o goleiro fez uma grande exibiçao e evitou o empate em três oportunidades reais de gol.

O lance mais perigoso aconteceu com Oséas, já no segundo tempo. Após rebote da defesa, o atacante ficou de frente com Bosnish, na pequena área, mas o goleiro fez grande defesa.

Substituiçoes - O técnico Luiz Felipe Scolari tentou reverter o placar do jogo no segundo tempo fazendo uma série de substituiçoes. Pouco depois do intervalo, o colombiano Asprilla, um dos melhores no ataque do Palmeiras, deixou o campo para a entrada de Oséas.

Ainda no começo da segunda etapa, foi a vez de Evair entrar no lugar de Galeano. As alteraçoes nao surtiram efeito, e o Palmeiras nao conseguia furar o bloqueio aéreo dos ingleses.

Na metade do segundo tempo, Scolari voltou a mexer no time. Euller entrou para explorar a velocidade pela direita, mas o desespero já tomava conta do time.

O técnico do Manchester, sir Alex Ferguson, também mexeu na equipe e acabou tendo mais sucesso. No intervalo, o treinador escocês tirou o atacante norueguês Ole-Günnar Solskjaer, leve e de toque rápido, para colocar o forte Dwight Yorke, especialista em segurar a bola no ataque. Esta modificaçao já mostrava o que o Manchester esperava para a segunda etapa: prender o jogo e frear o ímpeto palemirense.

No decorrer do 2ª tempo, Ferguson mexeu novamente, para seguar a bola no ataque e o Palmeiras o mais longe possível da área: o atacante Paul Scholles saiu para a entrada do bom finalizador Ted Sheringham - que é um atacante alto e forte, bom no jogo aéreo e na tarefa de prender a bola.

Todo no ataque, o Palmeiras pressionava o time inglês de forma desorientada, abrindo espaço para contra-ataques rápidos e perigosos.

Desprezo - Apesar do título inédito para o Manchester, os jogadores da equipe inglesa mostraram profundo desprezo após o final da partida. O meia Beckhan, principal atleta do time, sequer esboçou um sorriso depois que o juiz alemao Helmut Krüg encerrou o jogo.

Do outro lado, os jogadores do Palmeiras, caídos em campo, nao acreditavam na derrota.

Estrangeiros - O gol da vitória dos ingleses foi concretizado por dois estrangeiros: Ryan Giggs, meia-esquerda que fez o cruzamento, é galês e Roy Keane, aquele que só teve o trabalho de empurrar para as redes, é irlandês.



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Palmeiras perde na final do Mundial

Do Diário OnLine

30/11/1999 | 10:35


O Palmeiras nao conseguiu segurar o Manchester United e perdeu a final do Mundial Interclubes, na manha desta terça, por 1 a 0, no estádio Nacional, em Tóquio.

A equipe do técnico Luiz Felipe Scolari dominou boa parte da partida, mas, aos 36 minutos do primeiro tempo, Keane acabou com o sonho dos palmeirenses de conquistar o título inédito.

O gol do Manchester saiu após contra-ataque pela esquerda. Giggs, que recebeu o prêmio de melhor jogador da partida, escapou pela ponta e cruzou para a área. Marcos saiu mal do gol e Keane teve o trabalho de apenas tocar para o fundo das redes.

Em desvantagem no placar, o Palmeiras partiu com tudo para o ataque, mas nao conseguia finalizar. Desordenada, a equipe brasileira ainda conseguiu chegar várias vezes com perigo ao gol de Bosnish, mas o goleiro fez uma grande exibiçao e evitou o empate em três oportunidades reais de gol.

O lance mais perigoso aconteceu com Oséas, já no segundo tempo. Após rebote da defesa, o atacante ficou de frente com Bosnish, na pequena área, mas o goleiro fez grande defesa.

Substituiçoes - O técnico Luiz Felipe Scolari tentou reverter o placar do jogo no segundo tempo fazendo uma série de substituiçoes. Pouco depois do intervalo, o colombiano Asprilla, um dos melhores no ataque do Palmeiras, deixou o campo para a entrada de Oséas.

Ainda no começo da segunda etapa, foi a vez de Evair entrar no lugar de Galeano. As alteraçoes nao surtiram efeito, e o Palmeiras nao conseguia furar o bloqueio aéreo dos ingleses.

Na metade do segundo tempo, Scolari voltou a mexer no time. Euller entrou para explorar a velocidade pela direita, mas o desespero já tomava conta do time.

O técnico do Manchester, sir Alex Ferguson, também mexeu na equipe e acabou tendo mais sucesso. No intervalo, o treinador escocês tirou o atacante norueguês Ole-Günnar Solskjaer, leve e de toque rápido, para colocar o forte Dwight Yorke, especialista em segurar a bola no ataque. Esta modificaçao já mostrava o que o Manchester esperava para a segunda etapa: prender o jogo e frear o ímpeto palemirense.

No decorrer do 2ª tempo, Ferguson mexeu novamente, para seguar a bola no ataque e o Palmeiras o mais longe possível da área: o atacante Paul Scholles saiu para a entrada do bom finalizador Ted Sheringham - que é um atacante alto e forte, bom no jogo aéreo e na tarefa de prender a bola.

Todo no ataque, o Palmeiras pressionava o time inglês de forma desorientada, abrindo espaço para contra-ataques rápidos e perigosos.

Desprezo - Apesar do título inédito para o Manchester, os jogadores da equipe inglesa mostraram profundo desprezo após o final da partida. O meia Beckhan, principal atleta do time, sequer esboçou um sorriso depois que o juiz alemao Helmut Krüg encerrou o jogo.

Do outro lado, os jogadores do Palmeiras, caídos em campo, nao acreditavam na derrota.

Estrangeiros - O gol da vitória dos ingleses foi concretizado por dois estrangeiros: Ryan Giggs, meia-esquerda que fez o cruzamento, é galês e Roy Keane, aquele que só teve o trabalho de empurrar para as redes, é irlandês.

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