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Colégio é alvo de inquérito no Ministério Público

Pais reclamam de maus-tratos por parte dos funcionários


Natália Fernandjes

04/11/2011 | 07:00


Com base em denúncias de pais, foi instaurado inquérito na Promotoria da Infância e Juventude de Santo André contra o Colégio da Polícia Militar do município, o Cruz Azul. Os representantes dos alunos reclamam de maus-tratos por parte dos funcionários para com estudantes, da falta de cuidados com alunos no pátio da escola e da insegurança no local.

Segundo o promotor da Infância e Juventude de Santo André Ricardo Florio, a direção do colégio recebeu prazo até o fim do ano para adequar dois problemas observados: uma professora acusada de maus-tratos e fiscalização quanto ao trabalho de monitores e inspetores para evitar incidentes entre estudantes.

Para os responsáveis pelos alunos, que preferem não se identificar com medo que os maridos policiais militares sofram represálias, a qualquer momento pode acontecer uma tragédia. "Já teve aluno que levou faca e está ameaçando levar revólver, tem assaltos dentro da escola e crianças quase se matam no pátio", comenta uma das mães.

Outra mãe, que tem dois filhos na escola, com 6 e 9 anos, conta que a professora do filho apaga as luzes da sala para assustar as crianças quando fazem bagunça. "Não adianta economizar com a mensalidade (tem 50% de desconto) se tenho de gastar com psicólogo depois", reclama.

DISCIPLINA

Diretora do colégio desde 2008, quando foi aberto, Adriana Belomo Correia preferiu não comentar as acusações feitas pelos pais dos alunos. "Nós prezamos pela disciplina e alguns pais ainda não concordam, apesar de o regimento da escola ser explicado logo na entrevista a que alunos e responsáveis são submetidos", explica.

A escola particular é a única mantida pela Cruz Azul no Grande ABC e conta com mais de 50 profissionais, entre funcionários e professores, e 615 alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio.



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Colégio é alvo de inquérito no Ministério Público

Pais reclamam de maus-tratos por parte dos funcionários

Natália Fernandjes

04/11/2011 | 07:00


Com base em denúncias de pais, foi instaurado inquérito na Promotoria da Infância e Juventude de Santo André contra o Colégio da Polícia Militar do município, o Cruz Azul. Os representantes dos alunos reclamam de maus-tratos por parte dos funcionários para com estudantes, da falta de cuidados com alunos no pátio da escola e da insegurança no local.

Segundo o promotor da Infância e Juventude de Santo André Ricardo Florio, a direção do colégio recebeu prazo até o fim do ano para adequar dois problemas observados: uma professora acusada de maus-tratos e fiscalização quanto ao trabalho de monitores e inspetores para evitar incidentes entre estudantes.

Para os responsáveis pelos alunos, que preferem não se identificar com medo que os maridos policiais militares sofram represálias, a qualquer momento pode acontecer uma tragédia. "Já teve aluno que levou faca e está ameaçando levar revólver, tem assaltos dentro da escola e crianças quase se matam no pátio", comenta uma das mães.

Outra mãe, que tem dois filhos na escola, com 6 e 9 anos, conta que a professora do filho apaga as luzes da sala para assustar as crianças quando fazem bagunça. "Não adianta economizar com a mensalidade (tem 50% de desconto) se tenho de gastar com psicólogo depois", reclama.

DISCIPLINA

Diretora do colégio desde 2008, quando foi aberto, Adriana Belomo Correia preferiu não comentar as acusações feitas pelos pais dos alunos. "Nós prezamos pela disciplina e alguns pais ainda não concordam, apesar de o regimento da escola ser explicado logo na entrevista a que alunos e responsáveis são submetidos", explica.

A escola particular é a única mantida pela Cruz Azul no Grande ABC e conta com mais de 50 profissionais, entre funcionários e professores, e 615 alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio.

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