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Organizadores anunciam atividades do Grito dos Excluídos


Da Agência Brasil

30/08/2007 | 13:48


Uma manifestação paralela ao desfile militar do Dia 7 de Setembro, será "um contraponto" ao Grito da Independência, como anunciaram os organizadores do 13º Grito das Excluídos.

Os movimentos sociais à frente da manifestação estimam que cerca de 2 mil pessoas participem da passeata na Esplanada dos Ministérios na pista paralela à da parada militar.

Também estão previstos atos em 1,4 mil município. O 13º Grito dos Excluídos é organizado por diversas entidades, como a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e CUT (Central Única dos Trabalhadores).

O lema dos protestos é “Isto não Vale: Queremos Participação no Destino da Nação”. Um das bandeiras dos manifestantes é a campanha contra a privatização da Vale do Rido Doce. Os organizadores vão promover um plebiscito sobre a venda da empresa, com o objetivo de conseguir a participação de 5 milhões brasileiros e requerer a anulação do ato.

No Distrito Federal serão espalhadas, a partir do dia 1º de setembro, urnas de votação em faculdades, feiras, na rodoviária, na Câmara Legislativa e em outras localidades. Em reuniões e assembléias de trabalhadores também serão colhidos votos da população.

A idéia é que no dia 25 de setembro seja entregue o resultado do plebiscito ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Acredito na mobilização popular. Com esse instrumento [plebiscito], já conseguimos assegurar que a Base de Alcântara não fosse entregue aos Estados Unidos, que o Brasil saísse das negociações da Alca (Área de Livre Comércio das Américas) e esperamos conseguir também a nulidade do leilão da Vale”, afirmou o secretário nacional da Pastoral da Juventude do Brasil, Silvano da Silva.

O plebiscito vai abordar também a dívida externa, energia e a reforma da Previdência.

Uma das perguntas do plebiscito é se "o governo deve continuar priorizando o pagamento dos juros da dívida externa e interna, em vez de investir na melhoria das condições de vida e trabalho do povo brasileiro".

Os organizadores questionam também se a energia deve ser explorada pelo capital privado e se a população concorda que a reforma da Previdência "retire direitos dos trabalhadores".



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Organizadores anunciam atividades do Grito dos Excluídos

Da Agência Brasil

30/08/2007 | 13:48


Uma manifestação paralela ao desfile militar do Dia 7 de Setembro, será "um contraponto" ao Grito da Independência, como anunciaram os organizadores do 13º Grito das Excluídos.

Os movimentos sociais à frente da manifestação estimam que cerca de 2 mil pessoas participem da passeata na Esplanada dos Ministérios na pista paralela à da parada militar.

Também estão previstos atos em 1,4 mil município. O 13º Grito dos Excluídos é organizado por diversas entidades, como a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e CUT (Central Única dos Trabalhadores).

O lema dos protestos é “Isto não Vale: Queremos Participação no Destino da Nação”. Um das bandeiras dos manifestantes é a campanha contra a privatização da Vale do Rido Doce. Os organizadores vão promover um plebiscito sobre a venda da empresa, com o objetivo de conseguir a participação de 5 milhões brasileiros e requerer a anulação do ato.

No Distrito Federal serão espalhadas, a partir do dia 1º de setembro, urnas de votação em faculdades, feiras, na rodoviária, na Câmara Legislativa e em outras localidades. Em reuniões e assembléias de trabalhadores também serão colhidos votos da população.

A idéia é que no dia 25 de setembro seja entregue o resultado do plebiscito ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Acredito na mobilização popular. Com esse instrumento [plebiscito], já conseguimos assegurar que a Base de Alcântara não fosse entregue aos Estados Unidos, que o Brasil saísse das negociações da Alca (Área de Livre Comércio das Américas) e esperamos conseguir também a nulidade do leilão da Vale”, afirmou o secretário nacional da Pastoral da Juventude do Brasil, Silvano da Silva.

O plebiscito vai abordar também a dívida externa, energia e a reforma da Previdência.

Uma das perguntas do plebiscito é se "o governo deve continuar priorizando o pagamento dos juros da dívida externa e interna, em vez de investir na melhoria das condições de vida e trabalho do povo brasileiro".

Os organizadores questionam também se a energia deve ser explorada pelo capital privado e se a população concorda que a reforma da Previdência "retire direitos dos trabalhadores".

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