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ONU comemora Dia Internacional da Liberdade de Imprensa


Das Agências

03/05/2002 | 11:21


A ameaça que o terrorismo faz pesar sobre a liberdade e a independência da imprensa pode ser dupla, direta ou indireta, assinalam três altos funcionários da ONU esta sexta-feira, por ocasião do XII Dia Internacional da Liberdade de Imprensa.

Em uma mensagem conjunta, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Mary Robinson, e o diretor-geral da UNESCO, Koichiro Matsuura, denunciam os ataques terroristas diretos contra jornalistas, repórteres e editores: assassinatos, seqüestros e atentados contra as sedes dos meios de comunicação.

Mas, ao mesmo tempo, enfatizam as ameaças indiretas que pesam sobre a imprensa por causa do terrorismo, já que os governos podem reagir a este "instaurando novas regras, leis ou meios de vigilância que afetam esses mesmos direitos e liberdades, que se supõe que uma campanha contra o terrorismo deveria defender".

"É preciso resistir à tentação de impor regulamentações drásticas à imprensa", declaram os três altos funcionários. "Por ocasião do Dia Internacional da Imprensa, reafirmamos que a liberdade da imprensa é um aspecto indispensável da liberdade de expressão no mais amplo sentido, ao qual cada pessoa tem direito e que é um dos fundamentos do progresso da Humanidade", acrescentam.

Os três altos funcionários recordam que, no curso dos últimos dois anos, mais de 50 jornalistas morreram cobrindo conflitos e enfatizam que, com freqüência cada vez maior, os jornalistas mortos não são vítimas acidentais da guerra e sim alvos deliberados daqueles que tentam ocultar suas atividades criminais.

Kofi Annan, Mary Robinson e Koichiro Matsuura evocaram um desses casos trágicos, o do jornalistas americano Daniel Pearl, de 38 anos, correspondente do Wall Street Journal no Paquistão, que foi seqüestrado em Karachi por militantes islamitas. Pearl foi assassinado e seu corpo jamais foi encontrado.



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ONU comemora Dia Internacional da Liberdade de Imprensa

Das Agências

03/05/2002 | 11:21


A ameaça que o terrorismo faz pesar sobre a liberdade e a independência da imprensa pode ser dupla, direta ou indireta, assinalam três altos funcionários da ONU esta sexta-feira, por ocasião do XII Dia Internacional da Liberdade de Imprensa.

Em uma mensagem conjunta, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Mary Robinson, e o diretor-geral da UNESCO, Koichiro Matsuura, denunciam os ataques terroristas diretos contra jornalistas, repórteres e editores: assassinatos, seqüestros e atentados contra as sedes dos meios de comunicação.

Mas, ao mesmo tempo, enfatizam as ameaças indiretas que pesam sobre a imprensa por causa do terrorismo, já que os governos podem reagir a este "instaurando novas regras, leis ou meios de vigilância que afetam esses mesmos direitos e liberdades, que se supõe que uma campanha contra o terrorismo deveria defender".

"É preciso resistir à tentação de impor regulamentações drásticas à imprensa", declaram os três altos funcionários. "Por ocasião do Dia Internacional da Imprensa, reafirmamos que a liberdade da imprensa é um aspecto indispensável da liberdade de expressão no mais amplo sentido, ao qual cada pessoa tem direito e que é um dos fundamentos do progresso da Humanidade", acrescentam.

Os três altos funcionários recordam que, no curso dos últimos dois anos, mais de 50 jornalistas morreram cobrindo conflitos e enfatizam que, com freqüência cada vez maior, os jornalistas mortos não são vítimas acidentais da guerra e sim alvos deliberados daqueles que tentam ocultar suas atividades criminais.

Kofi Annan, Mary Robinson e Koichiro Matsuura evocaram um desses casos trágicos, o do jornalistas americano Daniel Pearl, de 38 anos, correspondente do Wall Street Journal no Paquistão, que foi seqüestrado em Karachi por militantes islamitas. Pearl foi assassinado e seu corpo jamais foi encontrado.

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