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Tite usará conversa e 'feeling' para escalar o Brasil no jogo contra o Equador

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


30/08/2016 | 07:00


Na primeira convocação da seleção brasileira feita pelo técnico Tite, chamou a atenção a presença de sete jogadores campeões olímpicos - quantidade reduzida com o corte do zagueiro Rodrigo Caio, do São Paulo. Há, no entanto, outro aspecto revelado pela lista: a manutenção da base de seu antecessor Dunga.

Do elenco da fracassada participação na Copa América Centenário, que resultou na demissão de Dunga, Tite chamou 13 jogadores para a partida desta quinta-feira contra o Equador, em Quito, e na semana que vem contra a Colômbia, em Manaus, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. Sem contar Neymar, que só não fez parte daquele elenco em razão de um acordo com o Barcelona que permitiu que jogasse a Olimpíada do Rio.

O fato de ter mantido a base de Dunga, porém, não significa que a seleção de Tite será igual. A começar pelo esquema tático. O comandante atual é adepto do 4-1-4-1 e é assim que a equipe deverá jogar. O antigo treinador preferia o 4-4-2.

Tite gosta de treinos intensos, em que trabalha variações de jogadas. Já Dunga optava por treinos de dois toques, em campo reduzido, visando ter um time mais compacto.

Nesta segunda-feira, no primeiro dos três treinos que Tite tem para montar a equipe para o jogo de quinta contra o Equador, ele conversou rapidamente com os jogadores. Depois, já com Miranda, Alisson e Marquinhos - que chegaram ao Equador um pouco mais tarde -, fez um trabalho em campo reduzido para aprimorar toques rápidos.

O treinamento teve o objetivo de adaptar os jogadores à velocidade da bola, maior em Quito por causa da altitude (2.850 metros acima do nível do mar) e também aclimatar os atletas para reduzir sintomas como falta de ar, dor de cabeça e enjoo.

Com pouco tempo para treinar, Tite vai levar em conta o que ouviu dos jogadores sobre as suas preferências de posicionamento e movimentação. "Vou buscar o maior número de informações possível e usar de feeling para deixar os atletas confortáveis", disse.

Para os jogadores, a adaptação aos conceitos de Tite precisa ser rápida. "Ele tem de encher nossas ideias com a filosofia dele porque não temos tempo suficiente para trabalhar. Assim assimilamos o que preciso", disse o lateral-direito Daniel Alves.



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Tite usará conversa e 'feeling' para escalar o Brasil no jogo contra o Equador


30/08/2016 | 07:00


Na primeira convocação da seleção brasileira feita pelo técnico Tite, chamou a atenção a presença de sete jogadores campeões olímpicos - quantidade reduzida com o corte do zagueiro Rodrigo Caio, do São Paulo. Há, no entanto, outro aspecto revelado pela lista: a manutenção da base de seu antecessor Dunga.

Do elenco da fracassada participação na Copa América Centenário, que resultou na demissão de Dunga, Tite chamou 13 jogadores para a partida desta quinta-feira contra o Equador, em Quito, e na semana que vem contra a Colômbia, em Manaus, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. Sem contar Neymar, que só não fez parte daquele elenco em razão de um acordo com o Barcelona que permitiu que jogasse a Olimpíada do Rio.

O fato de ter mantido a base de Dunga, porém, não significa que a seleção de Tite será igual. A começar pelo esquema tático. O comandante atual é adepto do 4-1-4-1 e é assim que a equipe deverá jogar. O antigo treinador preferia o 4-4-2.

Tite gosta de treinos intensos, em que trabalha variações de jogadas. Já Dunga optava por treinos de dois toques, em campo reduzido, visando ter um time mais compacto.

Nesta segunda-feira, no primeiro dos três treinos que Tite tem para montar a equipe para o jogo de quinta contra o Equador, ele conversou rapidamente com os jogadores. Depois, já com Miranda, Alisson e Marquinhos - que chegaram ao Equador um pouco mais tarde -, fez um trabalho em campo reduzido para aprimorar toques rápidos.

O treinamento teve o objetivo de adaptar os jogadores à velocidade da bola, maior em Quito por causa da altitude (2.850 metros acima do nível do mar) e também aclimatar os atletas para reduzir sintomas como falta de ar, dor de cabeça e enjoo.

Com pouco tempo para treinar, Tite vai levar em conta o que ouviu dos jogadores sobre as suas preferências de posicionamento e movimentação. "Vou buscar o maior número de informações possível e usar de feeling para deixar os atletas confortáveis", disse.

Para os jogadores, a adaptação aos conceitos de Tite precisa ser rápida. "Ele tem de encher nossas ideias com a filosofia dele porque não temos tempo suficiente para trabalhar. Assim assimilamos o que preciso", disse o lateral-direito Daniel Alves.

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