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Novas acusações pesam contra o embaixador americano na ONU


Da AFP

24/04/2005 | 15:15


A imprensa americana divulgou neste domingo novas acusações contra John Bolton, escolhido pelo presidente George W. Bush como embaixador ante a ONU (Organização das Nações Unidas), segundo as quais ele teria intimidado seus colaboradores em reiteradas oportunidades e teria modificado informações em função de seu próprio interesse.

A designação de Bolton se converteu num tema polêmico em Washington desde que o Senado adiou sua confirmação para o cargo por causa de inúmeras acusações de seus ex-colaboradores, que afirmam que ele cometeu excessos no desempenho de sua função. Apesar de tudo, Bush deu seu apoio a Bolton na quinta-feira passada.

O jornal 'Boston Globe' relatou a experiência de uma ex-colaboradora de Bolton, Lynne Finney, que o acusa de tê-la ameaçado com demissão durante os anos 80 ao opor-se às estratégias comerciais americanas nos países em vias de desenvolvimento. Finney se dirigiu ao Sendo para relatar o caso. "Ele gritou comigo dizendo que se eu não o obedecesse, ele me despediria", contou ao jornal.

Por sua vez, o jornal 'Time' conta a indignação de um ex-embaixador americano em Seul, Thomas Hubbard, que também se dirigiu ao Senado para desmentir palavras que Bolton atribuiu a ele durante seu testemunho frente à Comissão de Assuntos Exteriores do Senado, na semana passada.

Bolton referiu-se a um discurso que pronunciou em julho de 2003 condenando severamente a Coréia do Norte, o qual muitos diplomatas acreditaram que minaria as negociações internacionais sobre o programa nuclear norte-coreano.

Na semana passada, Bolton explicou ao Senado que Hubbard havia aprovado seu discurso, mas este último o desmentiu categoricamente. Outros ex-colaboradores descreveram métodos brutais usados por Bolton para impor suas opiniões e influenciar na política externa dos Estados Unidos.



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Novas acusações pesam contra o embaixador americano na ONU

Da AFP

24/04/2005 | 15:15


A imprensa americana divulgou neste domingo novas acusações contra John Bolton, escolhido pelo presidente George W. Bush como embaixador ante a ONU (Organização das Nações Unidas), segundo as quais ele teria intimidado seus colaboradores em reiteradas oportunidades e teria modificado informações em função de seu próprio interesse.

A designação de Bolton se converteu num tema polêmico em Washington desde que o Senado adiou sua confirmação para o cargo por causa de inúmeras acusações de seus ex-colaboradores, que afirmam que ele cometeu excessos no desempenho de sua função. Apesar de tudo, Bush deu seu apoio a Bolton na quinta-feira passada.

O jornal 'Boston Globe' relatou a experiência de uma ex-colaboradora de Bolton, Lynne Finney, que o acusa de tê-la ameaçado com demissão durante os anos 80 ao opor-se às estratégias comerciais americanas nos países em vias de desenvolvimento. Finney se dirigiu ao Sendo para relatar o caso. "Ele gritou comigo dizendo que se eu não o obedecesse, ele me despediria", contou ao jornal.

Por sua vez, o jornal 'Time' conta a indignação de um ex-embaixador americano em Seul, Thomas Hubbard, que também se dirigiu ao Senado para desmentir palavras que Bolton atribuiu a ele durante seu testemunho frente à Comissão de Assuntos Exteriores do Senado, na semana passada.

Bolton referiu-se a um discurso que pronunciou em julho de 2003 condenando severamente a Coréia do Norte, o qual muitos diplomatas acreditaram que minaria as negociações internacionais sobre o programa nuclear norte-coreano.

Na semana passada, Bolton explicou ao Senado que Hubbard havia aprovado seu discurso, mas este último o desmentiu categoricamente. Outros ex-colaboradores descreveram métodos brutais usados por Bolton para impor suas opiniões e influenciar na política externa dos Estados Unidos.

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