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Medidas do PAC são tímidas e pouco ousadas, afirma Força


Do Diário OnLine

22/01/2007 | 18:13


A Força Sindical considerou as medidas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), divulgadas nesta segunda-feira pelo governo federal, tímidas e pouco ousadas.

Em nota divulgada à imprensa, o presidente da Força, Paulo Pereira da Silva, afirmou que, apesar das iniciativas que visam o crescimento serem importantes, “é necessário que se somem a essas outras medidas e profundas reformas com reflexos a curto prazo".

Para o sindicalista, "uma eficiente e profunda reforma tributária e fiscal, queda drástica na taxa básica de juros, melhorias na segurança pública e investimentos maciços na educação não foram incluídos no plano."

O presidente da Força  também afirmou que irá entrar com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) contra a criação do fundo de investimento em infra-estrutura com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

"Isso acontecerá nos próximos dias. Entendemos que os trabalhadores devem ter o direito de optar ou não em correr o risco, como no caso das aplicações de dinheiro do FGTS em compra de ações da Petrobras e da Vale do Rio do Rio Doce. A atitude, neste ponto, é arbitrária e não leva em conta o direito adquirido dos trabalhadores."


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Medidas do PAC são tímidas e pouco ousadas, afirma Força

Do Diário OnLine

22/01/2007 | 18:13


A Força Sindical considerou as medidas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), divulgadas nesta segunda-feira pelo governo federal, tímidas e pouco ousadas.

Em nota divulgada à imprensa, o presidente da Força, Paulo Pereira da Silva, afirmou que, apesar das iniciativas que visam o crescimento serem importantes, “é necessário que se somem a essas outras medidas e profundas reformas com reflexos a curto prazo".

Para o sindicalista, "uma eficiente e profunda reforma tributária e fiscal, queda drástica na taxa básica de juros, melhorias na segurança pública e investimentos maciços na educação não foram incluídos no plano."

O presidente da Força  também afirmou que irá entrar com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) contra a criação do fundo de investimento em infra-estrutura com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

"Isso acontecerá nos próximos dias. Entendemos que os trabalhadores devem ter o direito de optar ou não em correr o risco, como no caso das aplicações de dinheiro do FGTS em compra de ações da Petrobras e da Vale do Rio do Rio Doce. A atitude, neste ponto, é arbitrária e não leva em conta o direito adquirido dos trabalhadores."

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