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Número de jornalistas mortos em 2003 ultrapassa o de 2002, diz AMJ


Da AFP

15/10/2003 | 18:38


A Associação Mundial de Jornais (AMJ) anunciou, nesta quarta-feira, que o número de jornalistas mortos exercendo sua função em 2003 já ultrapassou o registrado em 2002, quando 46 foram mortos. A AMJ especificou que a guerra no Iraque é responsável por um terço destas mortes. No total, 16 jornalistas morreram durante ou após o fim da guerra no Iraque.

A Colômbia e as Filipinas continuam sendo os países mais perigosos para os jornalistas. Desde janeiro deste ano, sete foram assassinados na Colômbia e seis nas Filipinas.

"Esses terríveis levantamentos demonstram mais uma vez que os governos e as organizações de comunicação devem proteger os jornalistas com mais eficiência", declarou o diretor-geral da AMJ, Timothy Balding. "A guerra não é o único perigo ao qual estão expostos os jornalistas no mundo. Em muitas regiões, são executados por causa de suas atividades, e muitas vezes, as investigações sobre suas mortes são rapidamente arquivadas", lamentou o diretor-geral.

Desde janeiro de 2003, três jornalistas morreram no Brasil, um na Guatemala, dois nos territórios palestinos, dois na Índia, três no Nepal, dois no Paquistão, três na Rússia, um na Indonésia, um no Irã, um no Japão, um na Costa do Marfim, um no Quirguistão e um na Tailândia, listou a AMJ.

A AMJ, organização mundial da indústria da imprensa sediada em Paris, representa 18 mil jornais e 72 associações nacionais de edição em 100 países.



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Número de jornalistas mortos em 2003 ultrapassa o de 2002, diz AMJ

Da AFP

15/10/2003 | 18:38


A Associação Mundial de Jornais (AMJ) anunciou, nesta quarta-feira, que o número de jornalistas mortos exercendo sua função em 2003 já ultrapassou o registrado em 2002, quando 46 foram mortos. A AMJ especificou que a guerra no Iraque é responsável por um terço destas mortes. No total, 16 jornalistas morreram durante ou após o fim da guerra no Iraque.

A Colômbia e as Filipinas continuam sendo os países mais perigosos para os jornalistas. Desde janeiro deste ano, sete foram assassinados na Colômbia e seis nas Filipinas.

"Esses terríveis levantamentos demonstram mais uma vez que os governos e as organizações de comunicação devem proteger os jornalistas com mais eficiência", declarou o diretor-geral da AMJ, Timothy Balding. "A guerra não é o único perigo ao qual estão expostos os jornalistas no mundo. Em muitas regiões, são executados por causa de suas atividades, e muitas vezes, as investigações sobre suas mortes são rapidamente arquivadas", lamentou o diretor-geral.

Desde janeiro de 2003, três jornalistas morreram no Brasil, um na Guatemala, dois nos territórios palestinos, dois na Índia, três no Nepal, dois no Paquistão, três na Rússia, um na Indonésia, um no Irã, um no Japão, um na Costa do Marfim, um no Quirguistão e um na Tailândia, listou a AMJ.

A AMJ, organização mundial da indústria da imprensa sediada em Paris, representa 18 mil jornais e 72 associações nacionais de edição em 100 países.

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