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Rebeldes dão ultimato ao presidente do Burundi


Da AFP

31/12/2003 | 11:15


Os rebeldes burundineses das Forças Nacionais de Libertação (FNL), o único movimento que continua em guerra contra o governo, deram um ultimato de 30 dias, nesta quarta-feira, ao presidente da Conferência Episcopal do Burundi. Ele querem que o monsenhor Simon Ntamwana deixe o país.

O ultimato ocorreu dois dias depois da morte do núncio apostólico do Burundi, monsenhor Michael Courtney, assassinado em uma emboscada a 40 quilômetros de Bujumbura. "Nós somos muito claros e muito sérios ao respeito, (o monsenhor Simon Ntamwana) tem 30 dias para sair do Burundi e nada mais", declarou o porta-voz das FNL, Pasteur Habimana.

"Nós pedimos encarecidamente à Igreja católica, a Roma, que encontre outro país para receber o monsenhor Simon Ntamwana nos próximos dias", continuou. O monsenhor Simon Ntamwana acusou nesta terça-feira às FNL de ter "executado" Michael Courtney. "Nós juramos solenemente ao povo burundinês e à Igreja que não organizamos a emboscada contra o núncio apostólico", reiterou Habimana.

As FNL acusaram o exército regular deste ataque. O assassinato não tem precedentes na história do Vaticano. Nenhum embaixador da Santa Sé tinha sido assassinado, nem mesmo nos períodos mais turbulentos do século XX, como a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria.



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Rebeldes dão ultimato ao presidente do Burundi

Da AFP

31/12/2003 | 11:15


Os rebeldes burundineses das Forças Nacionais de Libertação (FNL), o único movimento que continua em guerra contra o governo, deram um ultimato de 30 dias, nesta quarta-feira, ao presidente da Conferência Episcopal do Burundi. Ele querem que o monsenhor Simon Ntamwana deixe o país.

O ultimato ocorreu dois dias depois da morte do núncio apostólico do Burundi, monsenhor Michael Courtney, assassinado em uma emboscada a 40 quilômetros de Bujumbura. "Nós somos muito claros e muito sérios ao respeito, (o monsenhor Simon Ntamwana) tem 30 dias para sair do Burundi e nada mais", declarou o porta-voz das FNL, Pasteur Habimana.

"Nós pedimos encarecidamente à Igreja católica, a Roma, que encontre outro país para receber o monsenhor Simon Ntamwana nos próximos dias", continuou. O monsenhor Simon Ntamwana acusou nesta terça-feira às FNL de ter "executado" Michael Courtney. "Nós juramos solenemente ao povo burundinês e à Igreja que não organizamos a emboscada contra o núncio apostólico", reiterou Habimana.

As FNL acusaram o exército regular deste ataque. O assassinato não tem precedentes na história do Vaticano. Nenhum embaixador da Santa Sé tinha sido assassinado, nem mesmo nos períodos mais turbulentos do século XX, como a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria.

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