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Mercedes faz balanço positivo da Challenge na temporada

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Categoria acabou domingo em Interlagos com a definição dos campeões da CLA AMG e C250 Cup


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

15/12/2015 | 07:00


A Mercedes-Benz Challenge terminou no domingo, em São Paulo, consagrando Fernando Júnior e Peter Michel Gottschalk como campeões das categorias CLA AMG e C250 Cup, respectivamente. Depois de oito etapas, a competição foi definida apenas na corrida derradeira, com exatos oito pontos de diferença entre os vencedores e os vice-líderes. Além disso, os carros da montadora alemã repetiram o que aconteceu em 2013, quando dividiram um fim de semana com a Fórmula Indy, no circuito de rua do Anhembi, e estiveram mais uma vez envolvidas com uma grande categoria mundial, a Fórmula 1, em Interlagos. Entre tantas situações, os organizadores do campeonato festejaram a conclusão do ano, o quinto do campeonato, já pensando em 2016.

De acordo com o gerente sênior de vendas da Mercedes-Benz, Dirlei Dias, o sucesso da marca na F-1 – foi bicampeã de construtores e também deu dois títulos seguidos a Lewis Hamilton – se estende para a categoria no Brasil. “Se a gente considerar que temos performance fabulosa desde a Fórmula 1, que é o que nos inspira a continuar trabalhando com motor sport (esporte a motor), e trazendo para o Mercedes-Benz Challenge no Brasil, foi temporada espetacular, definida na última etapa”, destacou.

Um dos diferenciais, segundo Dias, é ter um grid nivelado, o que gera ainda mais competitividade a partir de carros praticamente iguais. “A gente tenta manter o equilíbrio entre os pilotos não aceitando nenhum profissional. Tem várias regras de quando pode ou não. São gentleman drivers, mas que adoram ganhar. Ninguém entra na pista para perder. Então é disputado, eles tentam manter o preparo físico, já vi gente deixando de fumar para ter mais fôlego dentro do carro. Enfim, tudo isso demonstra que estão aqui para brigar pelo pódio e pelo campeonato”, afirmou.

PLANEJAMENTO

Nos planos para a temporada 2016 estão mudança no regulamento – a pedido dos pilotos – e manutenção de quatro dezenas de competidores em disputa. “A ideia é continuar colocando pelo menos 40 carros no grid no ano que vem, na média, para ter uma categoria sempre muito disputada, alinhada com os valores da marca Mercedes, com ética e parceria entre fornecedores, pilotos, patrocinadores e nós da empresa”, comentou. “Minha sensação é que os pilotos, ganhando ou perdendo, estão satisfeitos com a categoria num todo por ser disputada, justa. Então está agregando valores para todo mundo.”

Por outro lado, o grid longo gerou um problema na última etapa, no autódromo em Interlagos, quando um acidente provocou efeito dominó e logo de cara tirou seis competidores da disputa. Tal situação será tratada entre os organizadores e os pilotos.

“Aquela pancada no começo a gente torce para que não aconteça, mas às vezes ocorre. Isso atrapalha a corrida, perdemos quase 20 minutos de safety car, mas são coisas que acontecem em corridas. Vamos conversar numa tentativa para que haja conscientização, para que todo mundo, na primeira volta ou na primeira curva, consiga caprichar um pouco mais. São 45 minutos de corrida, dá tempo de esperar um pouco mais para ser agressivo”, explicou Dirlei Dias.



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Mercedes faz balanço positivo da Challenge na temporada

Categoria acabou domingo em Interlagos com a definição dos campeões da CLA AMG e C250 Cup

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

15/12/2015 | 07:00


A Mercedes-Benz Challenge terminou no domingo, em São Paulo, consagrando Fernando Júnior e Peter Michel Gottschalk como campeões das categorias CLA AMG e C250 Cup, respectivamente. Depois de oito etapas, a competição foi definida apenas na corrida derradeira, com exatos oito pontos de diferença entre os vencedores e os vice-líderes. Além disso, os carros da montadora alemã repetiram o que aconteceu em 2013, quando dividiram um fim de semana com a Fórmula Indy, no circuito de rua do Anhembi, e estiveram mais uma vez envolvidas com uma grande categoria mundial, a Fórmula 1, em Interlagos. Entre tantas situações, os organizadores do campeonato festejaram a conclusão do ano, o quinto do campeonato, já pensando em 2016.

De acordo com o gerente sênior de vendas da Mercedes-Benz, Dirlei Dias, o sucesso da marca na F-1 – foi bicampeã de construtores e também deu dois títulos seguidos a Lewis Hamilton – se estende para a categoria no Brasil. “Se a gente considerar que temos performance fabulosa desde a Fórmula 1, que é o que nos inspira a continuar trabalhando com motor sport (esporte a motor), e trazendo para o Mercedes-Benz Challenge no Brasil, foi temporada espetacular, definida na última etapa”, destacou.

Um dos diferenciais, segundo Dias, é ter um grid nivelado, o que gera ainda mais competitividade a partir de carros praticamente iguais. “A gente tenta manter o equilíbrio entre os pilotos não aceitando nenhum profissional. Tem várias regras de quando pode ou não. São gentleman drivers, mas que adoram ganhar. Ninguém entra na pista para perder. Então é disputado, eles tentam manter o preparo físico, já vi gente deixando de fumar para ter mais fôlego dentro do carro. Enfim, tudo isso demonstra que estão aqui para brigar pelo pódio e pelo campeonato”, afirmou.

PLANEJAMENTO

Nos planos para a temporada 2016 estão mudança no regulamento – a pedido dos pilotos – e manutenção de quatro dezenas de competidores em disputa. “A ideia é continuar colocando pelo menos 40 carros no grid no ano que vem, na média, para ter uma categoria sempre muito disputada, alinhada com os valores da marca Mercedes, com ética e parceria entre fornecedores, pilotos, patrocinadores e nós da empresa”, comentou. “Minha sensação é que os pilotos, ganhando ou perdendo, estão satisfeitos com a categoria num todo por ser disputada, justa. Então está agregando valores para todo mundo.”

Por outro lado, o grid longo gerou um problema na última etapa, no autódromo em Interlagos, quando um acidente provocou efeito dominó e logo de cara tirou seis competidores da disputa. Tal situação será tratada entre os organizadores e os pilotos.

“Aquela pancada no começo a gente torce para que não aconteça, mas às vezes ocorre. Isso atrapalha a corrida, perdemos quase 20 minutos de safety car, mas são coisas que acontecem em corridas. Vamos conversar numa tentativa para que haja conscientização, para que todo mundo, na primeira volta ou na primeira curva, consiga caprichar um pouco mais. São 45 minutos de corrida, dá tempo de esperar um pouco mais para ser agressivo”, explicou Dirlei Dias.

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