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Grana cita mudanças no Eixo Tamanduatehy para aquecer economia

Prefeito de Sto.André e postulante à reeleição destaca alterações em texto para destravar projeto que busca fomentar polo tecnológico


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

31/08/2016 | 07:00


Chefe do Executivo de Santo André e candidato à reeleição, Carlos Grana (PT) defendeu que a série de modificações inseridas recentemente no texto original da Luops (Lei de Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo), que tramita na Câmara, é sua grande expectativa para aquecer o Eixo Tamanduatehy, projeto idealizado pelo prefeito Celso Daniel (PT, morto em 2002) para incentivar instalação de indústrias ao longo da Avenida dos Estados e atrair o polo tecnológico. A fala do petista retoma promessa feita há quatro anos, quando era oposição ao então prefeito Aidan Ravin (PSB), e que não apresentou resultado efetivo em sua gestão.

O prefeito andreense esteve ontem na sede do Diário e abriu o segundo dia de rodada de sabatinas entre os prefeituráveis da região, transmitido ao vivo pelo site www.dgabc.com.br/tv e pelo canal do Diário no YouTube (www.youtube.com/dgabcjornal).

De acordo com Grana, seu mandato foi o que mais avançou na cidade para efetivação do projeto. “Entregamos recentemente para Câmara a Luops, que destina principalmente estratégia para que o eixo seja o espaço para atrair atividades econômicas. Portanto, temos sim uma política, um direcionamento e estímulo. Claro que isso depende da conjuntura econômica. Não tem efeito imediato, mas com certeza o fato do município já ter conquistado credenciamento pelo Estado (ao polo tecnológico) nos dá condição de buscar recurso. O Grande ABC está atrasado pelo menos 30 anos”, sustentou.

Em resposta a questionamentos da Redação e da população, o petista prestou contas de seu mandato, iniciado em 2013, citando que uma de suas principais conquistas foi “resgate do diálogo social, por meio do Orçamento Participativo” e criação de 3.000 vagas em creches. Frisou também que uma das conquistas foi garantir a permanência de empresas no município, por conta da crise econômica.

Como propostas, destacou para a Educação a criação do programa Cartão Uniforme, que, segundo ele, “facilitará” que as peças de vestuário cheguem mais rápidos aos alunos. “Será um cartão destinado para que as pessoas comprem os uniformes, ao invés de esperar. Vai ajudar também o comércio local”. No Esporte, detalhou que irá seguir com intervenções de reforma no Estádio Bruno José Daniel e transformar o espaço em arena multiuso, também repetindo promessa de 2012. “O estádio está em processo. Preciso de investimento para transformar em multiuso. Tivemos apenas verbas públicas”, citou.

Sobre os problemas de falta de água no município, Grana direcionou culpa à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). “A falta de água em Santo André não é um assunto novo. Hoje, 95% de água consumida pela cidade são fornecidas pela Sabesp. A empresa estadual, antes da crise hídrica (ocorrida em 2014), abastecia 2,33 mil litros cúbicos por segundo. Reduziu esse patamar em torno de 25% e isso tem trazido dificuldade em algumas regiões”. Como solução, ressaltou algumas medidas, como pretensão de construir reservatório. 



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Grana cita mudanças no Eixo Tamanduatehy para aquecer economia

Prefeito de Sto.André e postulante à reeleição destaca alterações em texto para destravar projeto que busca fomentar polo tecnológico

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

31/08/2016 | 07:00


Chefe do Executivo de Santo André e candidato à reeleição, Carlos Grana (PT) defendeu que a série de modificações inseridas recentemente no texto original da Luops (Lei de Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo), que tramita na Câmara, é sua grande expectativa para aquecer o Eixo Tamanduatehy, projeto idealizado pelo prefeito Celso Daniel (PT, morto em 2002) para incentivar instalação de indústrias ao longo da Avenida dos Estados e atrair o polo tecnológico. A fala do petista retoma promessa feita há quatro anos, quando era oposição ao então prefeito Aidan Ravin (PSB), e que não apresentou resultado efetivo em sua gestão.

O prefeito andreense esteve ontem na sede do Diário e abriu o segundo dia de rodada de sabatinas entre os prefeituráveis da região, transmitido ao vivo pelo site www.dgabc.com.br/tv e pelo canal do Diário no YouTube (www.youtube.com/dgabcjornal).

De acordo com Grana, seu mandato foi o que mais avançou na cidade para efetivação do projeto. “Entregamos recentemente para Câmara a Luops, que destina principalmente estratégia para que o eixo seja o espaço para atrair atividades econômicas. Portanto, temos sim uma política, um direcionamento e estímulo. Claro que isso depende da conjuntura econômica. Não tem efeito imediato, mas com certeza o fato do município já ter conquistado credenciamento pelo Estado (ao polo tecnológico) nos dá condição de buscar recurso. O Grande ABC está atrasado pelo menos 30 anos”, sustentou.

Em resposta a questionamentos da Redação e da população, o petista prestou contas de seu mandato, iniciado em 2013, citando que uma de suas principais conquistas foi “resgate do diálogo social, por meio do Orçamento Participativo” e criação de 3.000 vagas em creches. Frisou também que uma das conquistas foi garantir a permanência de empresas no município, por conta da crise econômica.

Como propostas, destacou para a Educação a criação do programa Cartão Uniforme, que, segundo ele, “facilitará” que as peças de vestuário cheguem mais rápidos aos alunos. “Será um cartão destinado para que as pessoas comprem os uniformes, ao invés de esperar. Vai ajudar também o comércio local”. No Esporte, detalhou que irá seguir com intervenções de reforma no Estádio Bruno José Daniel e transformar o espaço em arena multiuso, também repetindo promessa de 2012. “O estádio está em processo. Preciso de investimento para transformar em multiuso. Tivemos apenas verbas públicas”, citou.

Sobre os problemas de falta de água no município, Grana direcionou culpa à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). “A falta de água em Santo André não é um assunto novo. Hoje, 95% de água consumida pela cidade são fornecidas pela Sabesp. A empresa estadual, antes da crise hídrica (ocorrida em 2014), abastecia 2,33 mil litros cúbicos por segundo. Reduziu esse patamar em torno de 25% e isso tem trazido dificuldade em algumas regiões”. Como solução, ressaltou algumas medidas, como pretensão de construir reservatório. 

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