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PT é sede de reunião irregular


Elaine Granconato
Do Diário do Grande ABC

29/06/2009 | 07:00


Embora a legislação proíba e o próprio edital traga que a candidatura ao cargo de conselheiro tutelar deve ser feita sem vinculação a partido político, o PT de Diadema foi sede de reunião entre apoiadores e um dos 33 pleiteantes que disputam uma das dez das vagas, ocorrida na sexta-feira à noite, no bairro Piraporinha.

O Diário esteve no local no momento do encontro que foi realizado em uma das salas do diretório. Uma pessoa que se identificou primeiramente como João Sanches, depois como João Santos e conhecido como João Pastor, confirmou para a reportagem que ali ocorria uma "reunião de apoio a um candidato do Conselho Tutelar".

O próprio quadro de avisos pendurado trazia a informação escrita no dia 26: "Pauta eleição CT (Conselho Tutelar) apoio". O pleito era para ter ocorrido ontem, mas teve a data transferida pelo CMDCA (Conselho Municipal da Criança e do Adolescente), órgão vinculado à Prefeitura, para o dia 26 de julho. O motivo foi o atraso na elaboração do edital para contratação de empresa que prestará os serviços para eleição por voto eletrônico.

João afirmou ser uma "liderança no bairro Casa Grande", e por isso fazia uma "reunião não partidária, mas de apoio a uma pessoa que vai tentar ganhar a eleição".

Indagado sobre o motivo de a reunião estar ocorrendo dentro da sede do PT, João justificou que o "núcleo" do Casa Grande estava em "reforma". Negou ser filiado ao PT. Também não explicou quem autorizou o encontro e afirmou que "qualquer pessoa pode fazer reunião ali", inclusive "candidatos ao Conselho Tutelar".

O Diário foi impedido de entrar na sala onde ocorria o encontro. Do lado de fora, vozes femininas predominavam. João não quis informar o nome de quem estava sendo apoiado. Indagado se o pleiteante era homem ou mulher, afirmou ser a primeira opção. Porém, a reportagem teve acesso a material de campanha de uma candidata que divulgava a reunião no mesmo dia, hora e local.



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PT é sede de reunião irregular

Elaine Granconato
Do Diário do Grande ABC

29/06/2009 | 07:00


Embora a legislação proíba e o próprio edital traga que a candidatura ao cargo de conselheiro tutelar deve ser feita sem vinculação a partido político, o PT de Diadema foi sede de reunião entre apoiadores e um dos 33 pleiteantes que disputam uma das dez das vagas, ocorrida na sexta-feira à noite, no bairro Piraporinha.

O Diário esteve no local no momento do encontro que foi realizado em uma das salas do diretório. Uma pessoa que se identificou primeiramente como João Sanches, depois como João Santos e conhecido como João Pastor, confirmou para a reportagem que ali ocorria uma "reunião de apoio a um candidato do Conselho Tutelar".

O próprio quadro de avisos pendurado trazia a informação escrita no dia 26: "Pauta eleição CT (Conselho Tutelar) apoio". O pleito era para ter ocorrido ontem, mas teve a data transferida pelo CMDCA (Conselho Municipal da Criança e do Adolescente), órgão vinculado à Prefeitura, para o dia 26 de julho. O motivo foi o atraso na elaboração do edital para contratação de empresa que prestará os serviços para eleição por voto eletrônico.

João afirmou ser uma "liderança no bairro Casa Grande", e por isso fazia uma "reunião não partidária, mas de apoio a uma pessoa que vai tentar ganhar a eleição".

Indagado sobre o motivo de a reunião estar ocorrendo dentro da sede do PT, João justificou que o "núcleo" do Casa Grande estava em "reforma". Negou ser filiado ao PT. Também não explicou quem autorizou o encontro e afirmou que "qualquer pessoa pode fazer reunião ali", inclusive "candidatos ao Conselho Tutelar".

O Diário foi impedido de entrar na sala onde ocorria o encontro. Do lado de fora, vozes femininas predominavam. João não quis informar o nome de quem estava sendo apoiado. Indagado se o pleiteante era homem ou mulher, afirmou ser a primeira opção. Porém, a reportagem teve acesso a material de campanha de uma candidata que divulgava a reunião no mesmo dia, hora e local.

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