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Pneus run flat: veja 4 curiosidades dessa tecnologia

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do Garagem360

17/02/2021 | 14:48


Os pneus do tipo run flat são aqueles que conseguem rodar por alguns quilômetros mesmo após um furo. Até então utilizados apenas por importados, o Ford EcoSport foi o primeiro veículo produzido no Brasil a utilizar os compostos com essa tecnologia em 2019, na versão Titanium.

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E por ser uma solução ainda não tão popular o mercado, o pneu run flat costuma gerar algumas dúvidas. Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental Pneus, aborda quatro curiosidades sobre essa tecnologia que vem ganhando cada vez mais atenção da indústria automotiva ao permitir ao motorista continuar rodando com o veículo em caso de perda total da pressão interna do ar. Confira a seguir.

4 curiosidades dos pneus run flat

1 – Há diferentes tipos de tecnologias

Há, basicamente, três tipos de pneus run flat: os com “suporte auxiliar”, que contam com peças em forma de anel em seu interior para suportar a carga em caso de perda de pressão; os pneus “auto suporte”, mais comuns, que contam com reforços de borracha em suas laterais para suportar o peso do veículo e, os mais modernos, os chamados “auto selantes”, que dispõem de uma camada polimérica viscosa de baixo índice de vulcanização em seu interior capaz de selar furos como uma cola.

2 – Parecem iguais, mas não são

Embora pareçam iguais, cada tipo de run flat possui a sua especialidade. Normalmente, os pneus que contam com os anéis de suporte em seu interior são mais difíceis de serem montados e balanceados. “Porém, são ideais para veículos blindados, veículos de segurança e militares, pois resistem a danos em suas laterais e continuam estando aptos a rodar, mesmo que precariamente, quando totalmente destruídos”, explica Rafael Astolfi.

LEIA MAIS: Conheça as diferenças dos pneus run flat

Porsche revela o novo 911 GT3 com 510 cv

3 – O favorito das montadoras

Os pneus do tipo “auto suporte”, como os SSR da Continental, são os mais comuns do mercado por serem mais funcionais e de valor acessível. São mais leves em comparação aos pneus de suporte auxiliar, porém susceptíveis a ficarem inutilizados em caso de danos nas laterais. Demandam rodas especiais e não são intercambiáveis com pneus comuns. Algumas montadoras, como Mini e BMW, adotam os pneus do tipo SSR em praticamente 100% de seus veículos.

4 – Segurança e silêncio adicional

Os pneus run flat mais modernos – que, na verdade não são run flats, pois não rodam sem ar e que vêm ganhando espaço no mercado – são os do tipo auto selante, como os modelos ContiSilent da Continental. Apesar de serem os mais caros entre os três tipos, eles trazem muitas vantagens: são os mais leves e mais silenciosos, podem ser intercambiados com pneus comuns e não afetam a dirigibilidade ou conforto do veículo. Entretanto, também são sensíveis a possíveis danos nas laterais.

Os pneus auto selantes ainda possuem um futuro promissor por outra razão na visão de Rafael Astolfi. “Quando combinados a camadas de espumas de poliuretano, muito parecidas com esponjas, chegam a reduzir o nível de ruído interno percebido pelos passageiros em 9dB, o equivalente à diferença entre uma conversa e uma discussão acalorada”, conclui.



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Pneus run flat: veja 4 curiosidades dessa tecnologia

Da Redação, com assessoria
Do Garagem360

17/02/2021 | 14:48


Os pneus do tipo run flat são aqueles que conseguem rodar por alguns quilômetros mesmo após um furo. Até então utilizados apenas por importados, o Ford EcoSport foi o primeiro veículo produzido no Brasil a utilizar os compostos com essa tecnologia em 2019, na versão Titanium.

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E por ser uma solução ainda não tão popular o mercado, o pneu run flat costuma gerar algumas dúvidas. Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental Pneus, aborda quatro curiosidades sobre essa tecnologia que vem ganhando cada vez mais atenção da indústria automotiva ao permitir ao motorista continuar rodando com o veículo em caso de perda total da pressão interna do ar. Confira a seguir.

4 curiosidades dos pneus run flat

1 – Há diferentes tipos de tecnologias

Há, basicamente, três tipos de pneus run flat: os com “suporte auxiliar”, que contam com peças em forma de anel em seu interior para suportar a carga em caso de perda de pressão; os pneus “auto suporte”, mais comuns, que contam com reforços de borracha em suas laterais para suportar o peso do veículo e, os mais modernos, os chamados “auto selantes”, que dispõem de uma camada polimérica viscosa de baixo índice de vulcanização em seu interior capaz de selar furos como uma cola.

2 – Parecem iguais, mas não são

Embora pareçam iguais, cada tipo de run flat possui a sua especialidade. Normalmente, os pneus que contam com os anéis de suporte em seu interior são mais difíceis de serem montados e balanceados. “Porém, são ideais para veículos blindados, veículos de segurança e militares, pois resistem a danos em suas laterais e continuam estando aptos a rodar, mesmo que precariamente, quando totalmente destruídos”, explica Rafael Astolfi.

LEIA MAIS: Conheça as diferenças dos pneus run flat

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3 – O favorito das montadoras

Os pneus do tipo “auto suporte”, como os SSR da Continental, são os mais comuns do mercado por serem mais funcionais e de valor acessível. São mais leves em comparação aos pneus de suporte auxiliar, porém susceptíveis a ficarem inutilizados em caso de danos nas laterais. Demandam rodas especiais e não são intercambiáveis com pneus comuns. Algumas montadoras, como Mini e BMW, adotam os pneus do tipo SSR em praticamente 100% de seus veículos.

4 – Segurança e silêncio adicional

Os pneus run flat mais modernos – que, na verdade não são run flats, pois não rodam sem ar e que vêm ganhando espaço no mercado – são os do tipo auto selante, como os modelos ContiSilent da Continental. Apesar de serem os mais caros entre os três tipos, eles trazem muitas vantagens: são os mais leves e mais silenciosos, podem ser intercambiados com pneus comuns e não afetam a dirigibilidade ou conforto do veículo. Entretanto, também são sensíveis a possíveis danos nas laterais.

Os pneus auto selantes ainda possuem um futuro promissor por outra razão na visão de Rafael Astolfi. “Quando combinados a camadas de espumas de poliuretano, muito parecidas com esponjas, chegam a reduzir o nível de ruído interno percebido pelos passageiros em 9dB, o equivalente à diferença entre uma conversa e uma discussão acalorada”, conclui.

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