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Robótica pode levar alunos do Grande ABC aos EUA

Marina Brandão  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Matheus Angioleto
Especial para o Diário

13/05/2017 | 07:00


 Quem não conhece física e matemática acha o tema robótica algo complexo. No entanto, o ensinamento logo cedo facilita o desenvolvimento do raciocínio lógico, visão espacial e outros pontos. Hoje, estudantes da região participam do Campeonato Brasileiro de Robótica Estrutural, na Capital.

Os jovens alunos dos colégios Ateneu, em São Caetano, e Carlos Drummond de Andrade, em Diadema, vão à etapa nacional em busca da classificação para o Campeonato Mundial, a ser realizado em Las Vegas, nos Estados Unidos, em agosto. A geometria e a física, consideradas calcanhares de Aquiles nas escolas, são tratadas como essenciais por quem pratica a robótica estrutural, responsável por desenvolver engrenagens a motores e alavancas.

Os contatos com as disciplinas são feitos em sala de aula e, posteriormente, os projetos, que variam de acordo com a dificuldade, são executados. “O objetivo é avaliar os alunos com base no nível de desenvolvimento da geometria. A preocupação é muito mais na construção do produto”, explica o diretor da Jovem Engenheiro, Roberto Piovesan. No dia da competição nacional, os alunos executarão três projetos e, após as notas, os classificados a Las Vegas serão conhecidos.

Para o desenvolvimento do projeto, as escolas possuem um coordenador e três ou quatro professores. Normalmente, os alunos recebem projeto em papel e têm certas dificuldades para solucionar. Na fase classificatória à etapa nacional, por exemplo, eles receberam metade do projeto e tinham de desenvolver a outra. Entre as atividades estavam a construção de guindaste e resolução de problemas com engrenagens. “Os projetos são divididos, e a dificuldade vai aumentando”, afirma a professora Adriellen Sousa dos Santos, 21, responsável pelos estudantes do colégio de Diadema.

Para Josefina de Assis Toledo, diretora do Colégio Carlos Drummond de Andrade, o projeto, que já está há cinco anos na instituição, desperta a curiosidade e estimula a cooperação e a concentração. “É excelente, os alunos adoram. Os professores de Matemática e Física estimulam as crianças cada dia que passa”, conta.

O classificado do Colégio Drummond para a etapa nacional é o jovem Gregory Ribeiro dos Santos, 12 anos, do 8º ano. Ele sonha em fazer Engenharia no Exército ou Mecatrônica. Para se distrair, ele pega o Lego e dá asas à imaginação. “Penso no jeito de adaptar o projeto sempre. Faço do jeito mais complexo para pensar bastante”, conta.

“É muito bom porque ajuda a desenvolver o raciocínio lógico em matemática. Trabalhamos com o desenvolvimento. É um aluno centrado, exemplar”, diz Eliane Colombo, diretora do Colégio Ateneu.

O aluno César Alves Pimenta, 8, do 3º ano do Colégio Ateneu, representará a instituição na competição nacional. Ele disse gostar de jogar videogame nas horas vagas, mas mantém sempre o foco e a concentração, pontos primordiais para a execução das tarefas.

 



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Robótica pode levar alunos do Grande ABC aos EUA

Matheus Angioleto
Especial para o Diário

13/05/2017 | 07:00


 Quem não conhece física e matemática acha o tema robótica algo complexo. No entanto, o ensinamento logo cedo facilita o desenvolvimento do raciocínio lógico, visão espacial e outros pontos. Hoje, estudantes da região participam do Campeonato Brasileiro de Robótica Estrutural, na Capital.

Os jovens alunos dos colégios Ateneu, em São Caetano, e Carlos Drummond de Andrade, em Diadema, vão à etapa nacional em busca da classificação para o Campeonato Mundial, a ser realizado em Las Vegas, nos Estados Unidos, em agosto. A geometria e a física, consideradas calcanhares de Aquiles nas escolas, são tratadas como essenciais por quem pratica a robótica estrutural, responsável por desenvolver engrenagens a motores e alavancas.

Os contatos com as disciplinas são feitos em sala de aula e, posteriormente, os projetos, que variam de acordo com a dificuldade, são executados. “O objetivo é avaliar os alunos com base no nível de desenvolvimento da geometria. A preocupação é muito mais na construção do produto”, explica o diretor da Jovem Engenheiro, Roberto Piovesan. No dia da competição nacional, os alunos executarão três projetos e, após as notas, os classificados a Las Vegas serão conhecidos.

Para o desenvolvimento do projeto, as escolas possuem um coordenador e três ou quatro professores. Normalmente, os alunos recebem projeto em papel e têm certas dificuldades para solucionar. Na fase classificatória à etapa nacional, por exemplo, eles receberam metade do projeto e tinham de desenvolver a outra. Entre as atividades estavam a construção de guindaste e resolução de problemas com engrenagens. “Os projetos são divididos, e a dificuldade vai aumentando”, afirma a professora Adriellen Sousa dos Santos, 21, responsável pelos estudantes do colégio de Diadema.

Para Josefina de Assis Toledo, diretora do Colégio Carlos Drummond de Andrade, o projeto, que já está há cinco anos na instituição, desperta a curiosidade e estimula a cooperação e a concentração. “É excelente, os alunos adoram. Os professores de Matemática e Física estimulam as crianças cada dia que passa”, conta.

O classificado do Colégio Drummond para a etapa nacional é o jovem Gregory Ribeiro dos Santos, 12 anos, do 8º ano. Ele sonha em fazer Engenharia no Exército ou Mecatrônica. Para se distrair, ele pega o Lego e dá asas à imaginação. “Penso no jeito de adaptar o projeto sempre. Faço do jeito mais complexo para pensar bastante”, conta.

“É muito bom porque ajuda a desenvolver o raciocínio lógico em matemática. Trabalhamos com o desenvolvimento. É um aluno centrado, exemplar”, diz Eliane Colombo, diretora do Colégio Ateneu.

O aluno César Alves Pimenta, 8, do 3º ano do Colégio Ateneu, representará a instituição na competição nacional. Ele disse gostar de jogar videogame nas horas vagas, mas mantém sempre o foco e a concentração, pontos primordiais para a execução das tarefas.

 

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