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Morto suspeito de seqüestrar financiador do roubo ao BC



15/03/2006 | 00:10


Policiais de São Paulo investigam a relação de um homicídio com o seqüestro e morte do traficante de drogas Luís Fernando Ribeiro, o Fê, 26 anos – apontado como o financiador do furto, em agosto, de R$ 164,7 milhões do Banco Central em Fortaleza. Na terça-feira da semana passada, a polícia localizou o corpo do motoboy Maurício Luna, 30 anos, parcialmente carbonizado em seu carro, um Corsa prata, no Jardim Lourdes, zona Sul de São Paulo. Ele teve os dedos das mãos e parte das pernas decepadas.

O corpo continua no IML (Instituto Médico-Legal) à espera de reconhecimento formal. A mulher de Luna, no entanto, está convicta de que o corpo é do motoboy. Ela disse que reconheceu o cadáver pela arcada dentária e por um defeito que ele tinha num dos dedos.

Luna trabalhou para o empresário Marco Aurélio Gomes, o Marquinhos, dono da MX Car, acusado pelo Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado) de ter sido, com o advogado Roberto Ribeiro, o mentor do seqüestro e execução de Fê. Os dois estão desaparecidos desde novembro, quando tiveram a prisão preventiva decretada.

Marquinhos e Ribeiro são acusados de ter contratado dois policiais civis para seqüestrarem Fê. A família do traficante pagou R$ 2 milhões de resgate, mas ele foi assassinado. Em novembro, Luna foi ouvido como testemunha no Deic por trabalhar como office-boy e lavador de carros na MX Car.



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Morto suspeito de seqüestrar financiador do roubo ao BC


15/03/2006 | 00:10


Policiais de São Paulo investigam a relação de um homicídio com o seqüestro e morte do traficante de drogas Luís Fernando Ribeiro, o Fê, 26 anos – apontado como o financiador do furto, em agosto, de R$ 164,7 milhões do Banco Central em Fortaleza. Na terça-feira da semana passada, a polícia localizou o corpo do motoboy Maurício Luna, 30 anos, parcialmente carbonizado em seu carro, um Corsa prata, no Jardim Lourdes, zona Sul de São Paulo. Ele teve os dedos das mãos e parte das pernas decepadas.

O corpo continua no IML (Instituto Médico-Legal) à espera de reconhecimento formal. A mulher de Luna, no entanto, está convicta de que o corpo é do motoboy. Ela disse que reconheceu o cadáver pela arcada dentária e por um defeito que ele tinha num dos dedos.

Luna trabalhou para o empresário Marco Aurélio Gomes, o Marquinhos, dono da MX Car, acusado pelo Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado) de ter sido, com o advogado Roberto Ribeiro, o mentor do seqüestro e execução de Fê. Os dois estão desaparecidos desde novembro, quando tiveram a prisão preventiva decretada.

Marquinhos e Ribeiro são acusados de ter contratado dois policiais civis para seqüestrarem Fê. A família do traficante pagou R$ 2 milhões de resgate, mas ele foi assassinado. Em novembro, Luna foi ouvido como testemunha no Deic por trabalhar como office-boy e lavador de carros na MX Car.

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