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Pontos corridos embalam Série B


Da AE

15/04/2006 | 09:47


Nos moldes da Primeira Divisão, a Série B do Campeonato Brasileiro começa amanhã, renovada e com "justiça no aspecto técnico", como prega o atual presidente da Futebol Brasil Associados (FBA), José Neves, eleito em novembro de 2005. Ao invés do sistema que fez sucesso nos últimos anos, com turno único e dois quadrangulares, os times farão a disputa em pontos corridos.

Além de garantir o título ao time mais regular, o sistema fará com que todos os times estejam atuando até a última rodada da competição, no dia 25 de novembro. "É geração de empregos diretos e indiretos", defende o pernambucano José Neves, ex-dirigente do Santa Cruz. Em 2005, Grêmio e Santa Cruz, respectivamente, campeão e vice, conseguiram o acesso na fórmula de quadrangulares na reta final.

Desde que assumiu a entidade que vai comandar as ações da Série B, José Neves traçou como meta transformar a disputa em pontos corridos e concentrou esforços para garantir recursos suficientes para bancar os times neste período. Com a cessão dos direitos de transmissão para a Rede Globo no valor de R$ 25 milhões, ele conseguiu viabilizar a competição financeiramente. A promessa é de, além das cotas mensais, de R$ 50 mil - que garantem um total de R$ 350 mil -, a entidade seja responsável por transporte, alimentação e hospedagem para todos os times. A proposta agradou e só teve um voto contra, do Ituano.

Novidades econômicas e de regulamento à parte, o grande trunfo da Série B continua sendo o fiasco de grandes na Série A. Assim, este ano a competição conta com um número recorde de campeões brasileiros: Sport (1987), Guarani (1978), Atlético Mineiro (1971) e Coritiba (1988). Os dois últimos, rebaixados no ano passado, junto com Paysandu e Brasiliense. Para o time mineiro, primeiro campeão nacional, em 1971, a disputa é inédita.

Tristeza - Se disputar a Série B é tristeza para alguns, nunca foi tão festejado por outros. Rebaixado em 2004, o Remo, comandado pelo técnico Roberval Davino, voltou à Segundona como campeão da Série C e, completando a alegria, viu o rival Paysandu ser rebaixado, proporcionando aos torcedores o clássico mais famoso da Região Norte.

O outro time que conseguiu o acesso foi o América-RN, que também havia caído em 2004. Para a campanha deste ano, o time potiguar não pretende cometer os mesmos erros de dois anos atrás e tem como destaque o meia Souza, ex-Corinthians e Flamengo, potiguar de nascimento.

A Região Nordeste, que em 2005 teve recorde de participantes, com sete no total, perdeu três vagas e aparece com cinco representantes. As ausências mais sentidas foram de Vitória e Bahia, rebaixados à Terceira Divisão, além do Santa Cruz, que conseguiu o acesso. A Região Sudeste continua com seus sete representantes. A única mudança foi a queda do União Barbarense, que deu lugar ao Atlético Mineiro. No entanto, Guarani, Ituano, Marília, Paulista, Portuguesa e Santo André continuam deixando o Estado de São Paulo com o maior número de clubes na competição. Avaí e Coritiba, do Sul; Brasiliense, Gama e Vila Nova, do Centro-Oeste, e Paysandu, Remo e São Raimundo, do Norte do País, completam a lista de candidatos ao acesso.


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Pontos corridos embalam Série B

Da AE

15/04/2006 | 09:47


Nos moldes da Primeira Divisão, a Série B do Campeonato Brasileiro começa amanhã, renovada e com "justiça no aspecto técnico", como prega o atual presidente da Futebol Brasil Associados (FBA), José Neves, eleito em novembro de 2005. Ao invés do sistema que fez sucesso nos últimos anos, com turno único e dois quadrangulares, os times farão a disputa em pontos corridos.

Além de garantir o título ao time mais regular, o sistema fará com que todos os times estejam atuando até a última rodada da competição, no dia 25 de novembro. "É geração de empregos diretos e indiretos", defende o pernambucano José Neves, ex-dirigente do Santa Cruz. Em 2005, Grêmio e Santa Cruz, respectivamente, campeão e vice, conseguiram o acesso na fórmula de quadrangulares na reta final.

Desde que assumiu a entidade que vai comandar as ações da Série B, José Neves traçou como meta transformar a disputa em pontos corridos e concentrou esforços para garantir recursos suficientes para bancar os times neste período. Com a cessão dos direitos de transmissão para a Rede Globo no valor de R$ 25 milhões, ele conseguiu viabilizar a competição financeiramente. A promessa é de, além das cotas mensais, de R$ 50 mil - que garantem um total de R$ 350 mil -, a entidade seja responsável por transporte, alimentação e hospedagem para todos os times. A proposta agradou e só teve um voto contra, do Ituano.

Novidades econômicas e de regulamento à parte, o grande trunfo da Série B continua sendo o fiasco de grandes na Série A. Assim, este ano a competição conta com um número recorde de campeões brasileiros: Sport (1987), Guarani (1978), Atlético Mineiro (1971) e Coritiba (1988). Os dois últimos, rebaixados no ano passado, junto com Paysandu e Brasiliense. Para o time mineiro, primeiro campeão nacional, em 1971, a disputa é inédita.

Tristeza - Se disputar a Série B é tristeza para alguns, nunca foi tão festejado por outros. Rebaixado em 2004, o Remo, comandado pelo técnico Roberval Davino, voltou à Segundona como campeão da Série C e, completando a alegria, viu o rival Paysandu ser rebaixado, proporcionando aos torcedores o clássico mais famoso da Região Norte.

O outro time que conseguiu o acesso foi o América-RN, que também havia caído em 2004. Para a campanha deste ano, o time potiguar não pretende cometer os mesmos erros de dois anos atrás e tem como destaque o meia Souza, ex-Corinthians e Flamengo, potiguar de nascimento.

A Região Nordeste, que em 2005 teve recorde de participantes, com sete no total, perdeu três vagas e aparece com cinco representantes. As ausências mais sentidas foram de Vitória e Bahia, rebaixados à Terceira Divisão, além do Santa Cruz, que conseguiu o acesso. A Região Sudeste continua com seus sete representantes. A única mudança foi a queda do União Barbarense, que deu lugar ao Atlético Mineiro. No entanto, Guarani, Ituano, Marília, Paulista, Portuguesa e Santo André continuam deixando o Estado de São Paulo com o maior número de clubes na competição. Avaí e Coritiba, do Sul; Brasiliense, Gama e Vila Nova, do Centro-Oeste, e Paysandu, Remo e São Raimundo, do Norte do País, completam a lista de candidatos ao acesso.

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