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Atentado mata cinco no Paquistão antes da visita de Bush


Da AFP

02/03/2006 | 15:58


Um atentado com carro-bomba deixou pelo menos cinco mortos, entre eles um diplomata americano, nesta quinta-feira, perto do consulado dos Estados Unidos em Karachi (sul), a dois dias da visita de George W. Bush ao Paquistão.

Bush, que está na Índia, após breve visita ao Afeganistão na quarta-feira, anunciou pessoalmente a morte do diplomata. Mas, ao mesmo tempo, reiterou que o atentado não impedirá sua viagem ao Paquistão na noite de sexta-feira.

"Fui informado sobre o atentado com bomba e perdemos pelo menos um cidadão americano, um diplomata de carreira", destacou Bush em uma entrevista coletiva conjunta, ao lado do primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh.

O atentado, supostamente suicida, de acordo com a polícia local, aconteceu na área do estacionamento do hotel Marriott de Karachi, vizinho ao consulado americano. O carro do diplomata, ao que tudo indica, foi atingido por um carro-bomba em uma rua entre o consulado e o hotel Marriott, segundo um alto responsável paquistanês de Segurança.

Outros dois diplomatas americanos estavam no veículo, que foi jogado pelos ares pela explosão e caiu do outro lado do muro do consulado. O chofer paquistanês do carro diplomático também morreu.

De acordo com as autoridades, a explosão de um segundo carro-bomba atingiu o estacionamento do hotel Marriott, onde três pessoas morreram: um soldado das forças paramilitares dos Rangers, encarregado de vigiar o local, uma mulher e um homem, que foi decapitado pela potência da bomba.

Os investigadores não descartam a possibilidade de que o homem decapitado tenha sido o autor do atentado. Cerca de 40 pessoas ficaram feridas e muitos carros - alguns da missão consular americana - foram destruídos no estacionamento.

O consulado americano é separado do hotel por uma pequena rua - habitualmente fechada à circulação e rodeada por altos muros de concretos fortificados.

Este atentado, disse Bush, "é uma indicação de que a guerra do terror continua e que as nações livres devem lutar juntas contra o terrorismo".

 



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Atentado mata cinco no Paquistão antes da visita de Bush

Da AFP

02/03/2006 | 15:58


Um atentado com carro-bomba deixou pelo menos cinco mortos, entre eles um diplomata americano, nesta quinta-feira, perto do consulado dos Estados Unidos em Karachi (sul), a dois dias da visita de George W. Bush ao Paquistão.

Bush, que está na Índia, após breve visita ao Afeganistão na quarta-feira, anunciou pessoalmente a morte do diplomata. Mas, ao mesmo tempo, reiterou que o atentado não impedirá sua viagem ao Paquistão na noite de sexta-feira.

"Fui informado sobre o atentado com bomba e perdemos pelo menos um cidadão americano, um diplomata de carreira", destacou Bush em uma entrevista coletiva conjunta, ao lado do primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh.

O atentado, supostamente suicida, de acordo com a polícia local, aconteceu na área do estacionamento do hotel Marriott de Karachi, vizinho ao consulado americano. O carro do diplomata, ao que tudo indica, foi atingido por um carro-bomba em uma rua entre o consulado e o hotel Marriott, segundo um alto responsável paquistanês de Segurança.

Outros dois diplomatas americanos estavam no veículo, que foi jogado pelos ares pela explosão e caiu do outro lado do muro do consulado. O chofer paquistanês do carro diplomático também morreu.

De acordo com as autoridades, a explosão de um segundo carro-bomba atingiu o estacionamento do hotel Marriott, onde três pessoas morreram: um soldado das forças paramilitares dos Rangers, encarregado de vigiar o local, uma mulher e um homem, que foi decapitado pela potência da bomba.

Os investigadores não descartam a possibilidade de que o homem decapitado tenha sido o autor do atentado. Cerca de 40 pessoas ficaram feridas e muitos carros - alguns da missão consular americana - foram destruídos no estacionamento.

O consulado americano é separado do hotel por uma pequena rua - habitualmente fechada à circulação e rodeada por altos muros de concretos fortificados.

Este atentado, disse Bush, "é uma indicação de que a guerra do terror continua e que as nações livres devem lutar juntas contra o terrorismo".

 

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