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Alckmin descentraliza campanha para tentar superar divergências



15/06/2006 | 10:31


O conselho político do candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu ontem criar coordenações estaduais para estruturar a campanha, especialmente onde há divergências entre o partido e o PFL. Na contabilidade dos conselheiros de Alckmin, o quadro da parceria entre as duas legendas nos Estados está fragmentado em três fatias quase do mesmo tamanho. Em dez Estados, as disputas entre pefelistas e tucanos são trabalhadas e precisam ser resolvidas até o fim do mês. Em outros dez, é quase certo que ele terá um palanque único da aliança e, nos sete restantes, as divergências são dadas como insuperáveis.

Alckmin conta com palanques fortes e dá como certa a parceria nos dois maiores colégios eleitorais do país – em São Paulo e Minas Gerais, além de outros oito Estados: Acre, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraíba, Pernambuco e Roraima. “Onde o acordo não for possível, vou participar de dois palanques”, resignou-se ontem o candidato, após presidir a segunda reunião do conselho político da campanha.

“Estamos fazendo esforço para ter um só palanque onde for possível, mas política é sempre assim: as coisas acabam se resolvendo na última hora”, completou. Ficou acertado que as negociações devem ser apressadas no Ceará, Piauí, Sergipe, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Paraná, e Rio Grande do Sul. Restam apenas 15 dias para os acertos finais, pois a Lei Eleitoral estabelece como prazo final para a formalização das candidaturas o dia 30.

Já está definido que o candidato do PSDB a presidente terá de administrar dois palanques em Alagoas, Amazonas, Rio de Janeiro, Tocantins, Goiás e Rondônia. Em Estados como o Maranhão, Alckmin corre o risco de não ter palanque algum. A candidata do PFL a governador do Maranhão é a senadora Roseana Sarney (PFL), que vive às turras com o PSDB.

 


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Alckmin descentraliza campanha para tentar superar divergências


15/06/2006 | 10:31


O conselho político do candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu ontem criar coordenações estaduais para estruturar a campanha, especialmente onde há divergências entre o partido e o PFL. Na contabilidade dos conselheiros de Alckmin, o quadro da parceria entre as duas legendas nos Estados está fragmentado em três fatias quase do mesmo tamanho. Em dez Estados, as disputas entre pefelistas e tucanos são trabalhadas e precisam ser resolvidas até o fim do mês. Em outros dez, é quase certo que ele terá um palanque único da aliança e, nos sete restantes, as divergências são dadas como insuperáveis.

Alckmin conta com palanques fortes e dá como certa a parceria nos dois maiores colégios eleitorais do país – em São Paulo e Minas Gerais, além de outros oito Estados: Acre, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraíba, Pernambuco e Roraima. “Onde o acordo não for possível, vou participar de dois palanques”, resignou-se ontem o candidato, após presidir a segunda reunião do conselho político da campanha.

“Estamos fazendo esforço para ter um só palanque onde for possível, mas política é sempre assim: as coisas acabam se resolvendo na última hora”, completou. Ficou acertado que as negociações devem ser apressadas no Ceará, Piauí, Sergipe, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Paraná, e Rio Grande do Sul. Restam apenas 15 dias para os acertos finais, pois a Lei Eleitoral estabelece como prazo final para a formalização das candidaturas o dia 30.

Já está definido que o candidato do PSDB a presidente terá de administrar dois palanques em Alagoas, Amazonas, Rio de Janeiro, Tocantins, Goiás e Rondônia. Em Estados como o Maranhão, Alckmin corre o risco de não ter palanque algum. A candidata do PFL a governador do Maranhão é a senadora Roseana Sarney (PFL), que vive às turras com o PSDB.

 

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